
Dedé Santana, um dos maiores humoristas brasileiros, completa 76 anos nesta quarta-feira (9). E para comemorar mais um ano de vida do ator, apresentador, diretor e dublador, o Famosidades preparou uma lista com os melhores momentos da carreira do “Trapalhão”. Confira!

Carioca, Dedé Santana nasceu em 1936, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro. Criado em uma família de circo, o humorista já fazia parte do mundo artístico desde os 3 meses de vida

Com o talento passando de geração em geração, Dedé acabou fazendo sucesso nos palcos. Em 1961 levou o prêmio de melhor comediante de teatro

Já na companhia de Renato Aragão, o Didi, os amigos inseparáveis lançaram o primeiro trabalho juntos: o filme “Na Onda do Iê-iê-iê”, de 1965Foi junto com Didi que Dedé começou a carreira na TV, pela extinta rede Tupi, e depois para a Rede Excelsior, onde se juntou ao restante da trupe do humor – Mussum e Zacarias. Eles formaram “Os Trapalhões”

Sucesso e referência no mundo do humor naquela época, Dedé garantiu a fama de parceiro de trapalhadas com Didi, além de fazer participações solo em filmes como 'Rainha das Amazonas' (1964), '2000 Anos de Confusão' (1969), 'Os Desempregados' (1972), 'Sob o Domínio do Sexo' (1973), entre outros

Já na pele do parceiro de Didi, Mussum e Zacarias, Dedé estrelou diversos filmes. Entre eles, destacam-se: 'Os Trapalhões na Serra Pelada' (1982), 'Os Trapalhões e o Mágico de Oróz' (1984), 'Os Fantasmas Trapalhões' (1987) 'A Princesa Xuxa e os Trapalhões' (1989) e “Os Trapalhões e a Árvore da Juventude” (1991)

A audiência dos domingos na Globo elevou com a entrada dos episódios da turma “Os Trapalhões”, a partir da década de 80. As atrações semanais seriam as últimas que Dedé iria trabalhar ao lado dos amigos

Depois de sair da Globo e não fazer mais parte de “Os Trapalhões”, Dedé Santana ficou fora da mídia por alguns anos, passou por dificuldades financeiras e de saúde. Mas nunca perdeu as esperanças de voltar às telinhas

Em 1999, ele foi convidado pela rede Record para ser o Professor Dedé, na “Escolhinha do Barulho”, baseada nos formatos da “Escolhinha do Professor Raimundo”, de Chico Anysio

No entanto, em 2005, Dedé trabalhou com a ideia de alegrar a criançada. Desta vez, na pele do General Dedé, do “Comando Maluco” – atração do circo de Beto Carreiro que ganhou espaço na programação do SBT

Por estar acima do peso, Dedé teve que ser submetido a uma cirurgia de redução do intestino e aos poucos foi se recuperando

No entanto, o afastamento de Dedé de seu amigo Renato Aragão chegou ao fim em 2008, quando o ator voltou a participar do programa “Criança Esperança” – evento beneficente promovido pela Globo, em parceria com a Unesco

No mesmo ano, Dedé estava de volta à TV Globo definitivamente, trabalhando ao lado de Didi, no programa dominical “As Aventuras de Didi”, onde está até hoje. As palhaçadas não têm fim para esta figura

Em 2011, no auge dos seus 75 anos, o humorista passou novamente por problemas de saúde. Dedé teve que ser internado após sofrer um princípio de desmaio, causado por uma hemorragia estomacal. O ator ficou internado por alguns dias e se recuperou mais uma vez. Depois de tantos altos e baixos, Dedé Santana comemora 76 primaveras em uma carreira estabilizada
10 de maio de 2012

Paulo Autran e Irene Ravache como Charlô e Otávio: Tony Ramos e Irene Ravache repetirão os papeis
Uma das maiores apostas da Globo para o segundo semestre é a novela “Guerra dos Sexos”, que estreia no lugar de “Cheias de Charme”, em outubro. E o projeto vem cercado de expectativas: afinal, trata-se do remake de um dos maiores sucessos da emissora em todos os tempos. Vale a pena voltar no tempo, quase trinta anos atrás, para entender o fenômeno. Em junho de 1983, estreou no horário das 19h na Rede Globo a versão original. Escrita por Sílvio de Abreu, a novela tinha um elenco de estrelas nunca antes reunidas em uma produção daquele horário. Tudo para contar em grande estilo a hilária competição entre homens e mulheres.

Tarcísio e Glória como Felipe e Roberta
Os primos Charlô (Fernanda Montenegro) e Otávio (Paulo Autran), apaixonados um pelo outro mas eternamente em pé de guerra, recebem a herança de um tio milionário: a cadeia de lojas Charlô’s, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo – na época, um shopping chique, luxuoso e recém inaugurado. Mas o testamento avisa: os primos nunca poderão vender a loja, e nem a mansão onde vivem. Ou seja, são obrigados a dividir a casa e a empresa, forçados a conviver. Para acabar com a “tortura”, Charlô e Otávio fazem uma aposta: durante cem dias, as mulheres terão de provar que conseguem aumentar o faturamento da loja. Se conseguirem, Charlô fica com a empresa. Caso contrário, tudo vai para as mãos do primo.

Maitê Proença e Mario Gomes como Juliana e Nando
Começa aí a surrealista disputa. Os homens são os vilões, tentando boicotar as investidas de Charlô e sua ala feminina. Para tanto, Otávio conta com Felipe (Tarcísio Meira), filho adotivo de Charlô. E também com um reforço importante: uma mulher traidora, a ambiciosa Carolina (Lucélia Santos), sobrinha de Roberta Leone (Glória Menezes), principal aliada de Charlô na luta contra os homens. Em meio a tanta confusão, a filha de Felipe, Juliana (Maitê Proença), se envolve com o motorista da família, Nando (Mário Gomes), mas tem de disputá-lo com Roberta. Enquanto isso, a sensual Vânia (Maria Zilda), assessora de Charlô, vive um caso secreto com Felipe – já que, dentro da empresa, romances entre homens e mulheres estão proibidos. Essa era a trama básica da história. Mas o grande charme estava na comédia rasgada e absurda, no estilo anárquico e no ritmo ágil com que a novela foi conduzida. E, claro, no brilho cinematográfico. Sílvio de Abreu costurou a narrativa com infinitas citações aos grandes momentos de Hollywood. Assim, inúmeras cenas faziam referência a filmes como “Levada da Breca”, “A Mulher do Ano”, “Deu a Louca no Mundo”, “Rocky, um Lutador”, “Bonequinha de Luxo”, “Os Homens Preferem as Loiras”… O sucesso foi surpreendente e instantâneo. Entre junho de 1983 e janeiro de 1984, a novela chegou a bater os 85 pontos de audiência, quase alcançando a novela das 20h da época, “Louco Amor”, de Gilberto Braga. E o próprio Gilberto declarou que adorava assistir “Guerra dos Sexos”. Sílvio de Abreu consagrou-se como autor de comédias malucas na faixa das 19h, como “Cambalacho” (1986) e “Sassaricando” (1987). Anos depois, migrou para o horário nobre, onde está até hoje, com novelas mais dramáticas, românticas e policiais, como “Belíssima” (2005) e “Passione” (2010). A direção de “Guerra dos Sexos” coube a Jorge Fernando e Guel Arraes. A dupla também foi alçada ao estrelato na Globo, e continuou dirigindo projetos criativos na emissora.

José Mayer como Ulisses da Silva, papel que será de Eriberto Leão
Diante de tanto brilho, fica fácil entender a vontade da Globo de escolher o elenco adequado para o remake. Diversas escalações já foram feitas e desfeitas. A personagem Vânia, por exemplo, já foi cogitada para Claudia Raia,Gabriela Duarte, Alinne Moraes e Grazi Massafera. Atualmente, está nas mãos deLuana Piovani. Reynaldo Gianecchini, inicialmente escalado para ser Felipe, agora será Nando. Mariana Ximenes será Juliana, a filha de Felipe, papel de Edson Celulari. O pequeno papel de Ronaldo – que na versão original foi de Paulo César Grande, que estreava na Globo – agora será de Jesus Luz, o ex-namorado de Madonna. Tudo indica que o personagem será aumentado. O mesmo vale para Leda (Teresa Sodré em 1983), uma executiva quarentona, que desta vez será rejuvenescida – deve ficar com Antônia Pires, filha de Glória Pires e Orlando Moraes, que estreia em novelas aos 20 anos. O casal neurótico Fábio (Herson Capri) e Manuela (Ada Chaseliov) agora será vivido pelo português Paulo Rocha e Guilhermina Guinle – Márcio Garcia havia sido cotado para interpretar Fábio, mas desistiu Quanto à principal escolha – Charlô e Otávio -, a escalação foi para Irene Ravache e Tony Ramos.Anteriormente, Tony e Glória Pires estavam no páreo. Depois, Glória foi remanejada para viver Roberta. As gravações começam em julho, mas até lá muita coisa ainda pode mudar. Fonte: Ig – Gente TV/Novelas
9 de maio de 2012
O humorista, ator e escritor Chico Anysio morreu, aos 80 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos, às 14h52, desta sexta-feira (23). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do hospital Samaritano.
Chico estava internado desde o dia 30 de novembro de 2011. O humorista chegou a ter alta no dia 21 de dezembro, mas retornou à unidade médica no dia seguinte, depois de apresentar hemorragia digestiva.
Chico sofreu uma piora na última quarta (21), quando precisou passar por uma sessão de hemodiálise. Na quinta à tarde, passou por um processo de drenagem torácica durante a tarde, para remoção de um “grande hematoma pleural”. Segundo o UOL apurou, na manhã desta sexta, o humorista sofreu uma parada cardíaca e chegou a ser reanimado. Ele também dependia de ajuda de aparelhos para respirar, e, durante a internação, foram feitas tentativas de retirar o respirador, sem sucesso.
Foto 17 de 85 – O humorista Chico Anysio interpreta o personagem Alberto Roberto, que se considera um símbolo sexual (21/12/1988) Divulgação
Nos últimos dois dias, recebeu a visita de muitos parentes, como os filhos Bruno Mazzeo e André Lucas, os sobrinhos Marcos Palmeira e Cininha de Paula, além da mulher Malga di Paula.
“Tenho muita pena de morrer”, diz Chico em entrevista em 2002
Ao longo de 2011, Chico passou por consecutivos períodos de internação. Em março, deixou o Samaritano após 110 dias hospitalizado, quando enfrentou complicações cardiorrespiratórias. Ele foi submetido a angioplastia e tratou uma pneumonia na UTI.
Em outubro, voltou ao hospital por cinco dias, dessa vez para aliviar uma crise de dores nas costas.
Em agosto de 2010, o humorista passou 19 dias internado no mesmo hospital, depois de ser submetido a uma cirurgia para retirada de parte do intestino grosso..
Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no município de Maranguape, Ceará, no dia 12 de abril de 1931. Aos oito anos, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde já começou a demonstrar seus dotes artísticos, fazendo imitações.
Com 14 anos, passou a frequentar programas de calouros em rádios cariocas e paulistas. Costumava ir ao “Programa Ary Barroso”, “Hora do Padre” e “Trabuco”, de Vicente Leporace.
Estudou para ingressar na Faculdade de Direito, passou, mas não cursou. Seu primeiro contrato de trabalho foi na Rádio Guanabara, onde, depois de 15 dias, já tinha quatro profissões: ator, locutor, redator e comentarista esportivo.
Chico também chegou a fazer novelas, mas preferiu seguir a linha de shows e de comédias, ao lado de Grande Otelo, Chocolate e Luiz Tito. Recentemente, fez participações em folhetins da Globo como “Caminho das Índias” (2009), “Pé na Jaca” (2007) e “Sinhá Moça” (2006).
Na carreira de humorista são mais de 200 personagens. Começou na TV em 1957, fazendo o “Professor Raimundo”, na TV Rio. O personagem já tinha estrelado por muito tempo a Rádio Mayrink Veiga, sempre com sucesso. Na TV Rio, sob a direção de Walter Clark, o sucesso continuou.
Em 1969, o humorista foi para a TV Globo, onde consagrou programas como “Chico Anysio Show”, “Chico City”, “Estados Anysios de Chico City”, “Chico Total” e “Escolinha do Professor Raimundo”. Em todos eles apareceram seus tipos imortais, como a “Salomé”, o “Painho”, o famoso “Profeta” e tantos outros. Atualmente faz parte do elenco de “Zorra Total”.
Chico era ainda pintor, compositor e escritor – lançou 17 livros.
Casado seis vezes – um dos mais comentados foi com a ex-ministra da Economia do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello-, o humorista deixa oito filhos: Lug, André, Cícero, Nizo, Bruno, Rico, Rodrigo e Vitória.
Fonte: UOL
23 de março de 2012
Eles marcaram época, atravessaram gerações e fizeram alegria de pessoas de todas as idades. São os desenhos animados. Gostar de desenho é como gostar de música, você pode não gostar de tudo, mas certamente gostará de algum.
Essa lista visa contemplar os desenhos que marcaram época, e para se chegar a isso, buscamos aqueles que se mantiveram mais tempo no ar alcançando gerações de pais e filhos. Lógico que em meio a tudo isso tem um toque pessoal – não há lista que não tenha – mas de alguma forma, diferentes gêneros se fazem presentes exatamente para diminuir a chances de cometermos injustiças.
Let´s go:
10. Capitão Caverna

9. Popeye

8. Os Flintstones

7. Pica-Pau

6. O Fantástico Mundo de Bob

5. Corrida Maluca

4. Smurfs

3. Os Simpsons

2. Tom & Jerry

1. Mickey Mouse

Fonte: Caixa Preta
1 de fevereiro de 2012
O chimpanzé Chita, que protagonizou nos anos 30 e 40 ao menos 12 filmes do Tarzan, morreu em consequência de problemas renais no refúgio de animais The Suncoast Primate Sanctuary de Palm Harbor, no estado da Flórida, nos Estados Unidos.
Como informou pelo seu site a fundação, o animal de 80 anos morreu no dia 24 de dezembro. Um espaço no portal da entidade foi criado para que fãs da macaca Chita possam deixar homenagens.
Segundo a diretora do santuário Debbie Cobb, Chita foi morar no santuário por volta de 1960, e estava doente desde 19 de dezembro.
A famosa amiga de Tarzan, que teve cerca de uma dezena de chimpanzés dublês em filmagens das sequências da saga, recebeu em 2006, por ocasião de seu 74º aniversário, uma homenagem e o prêmio Calabuch por seus méritos artísticos no Festival Internacional de Cinema de Comédia de Peñíscola, na Espanha.
Fonte: O Imparcial de Araraquara
18 de janeiro de 2012
Silvio Santos é considerado um dos maiores comunicadores do Brasil e está completando 81 anos nesta segunda-feira (12). O apresentador, que começou a trabalhar como camelô no Rio de Janeiro, já passou por quatro emissoras, foi tema de enredo de Carnaval, entrou para o Guinness Book e já foi locutor de rádio. De origem humilde e com uma baita trajetória de sucesso, ele é o homenageado da semana no famosidades.( Fonte: msn.com).
NOME: Senhor Abravanel
DATA DE NASCIMENTO: 12/12/1930
LOCAL DE NASCIMENTO: Rio de Janeiro
SIGNO: Sagitário
ESTADO CIVIL: Casado com Íris Abravanel
INÍCIO DA CARREIRA: Silvio começou como radialista quando um fiscal de postura da prefeitura carioca percebeu o potencial de sua voz e acabou o convidando para fazer um teste na Rádio Guanabara (Atual Rádio Bandeirantes do Rio de Janeiro). Seu primeiro programa como apresentador de TV foi o “Vamos Brincar de Forca”, que estreou em 1962, sendo transmitido durante a noite pela TV Paulista.
ÚLTIMO TRABALHO: Atualmente, apresenta o “Programa Silvio Santos”
CURIOSIDADES: Em 1988, Silvio Santos, considerando seus recentes problemas de saúde, anunciou sua intenção em ser prefeito de São Paulo como forma de agradecer à sociedade por todas as suas conquistas como apresentador e homem de negócios. O anúncio, que foi feito durante um dos quadros do “Programa Sílvio Santos”, foi amplamente divulgado pela imprensa, contudo, sua candidatura acabou não se concretizando.











12 de dezembro de 2011
Estrelada por Thalía e Eduardo Capetillo, a novela Marimar, produzida pela Televisa, do original de Inés Rodena e adaptada por Carlos Romero Villareal
Marimar é uma jovem humilde que vive com os avós e Pulguento, seu cãozinho de estimação, em uma pequena vila de pescadores. Ela não conhece o pai e sofre por isso. Sua mãe morreu quando ela era bem pequena e são poucas as lembranças. Sérgio Santibanhez, filho de um rico fazendeiro da região, conhece Marimar e fica impressionado com sua beleza. Sérgio usa a inocência de Marimar para se vingar do pai e da madrasta, já que o convívio familiar é conturbado.
Ele passa a seduzir a jovem, que acredita em suas falsas promessas e se apaixona perdidamente. Sérgio se casa com Marimar, a leva para morar na fazenda e transforma a vida dela em um verdadeiro inferno. Humilhada por todos, ela enfrenta principalmente as maldades da maquiavélica Angélica, a madrasta de
Sérgio, que fará de tudo para prejudicá-la. Sérgio, que é jogador profissional, vai para a capital cumprir seu contrato com o clube e deixa Marimar sob as garras de Angélica.
Decidida a se livrar da presença dela, Angélica prepara uma armadilha, acusa
Marimar de roubo e adultério e convence Sérgio a terminar o casamento. Desamparada, a jovem descobre que está sozinha, pois Angélica
ordena ao capataz da fazenda que queime o casebre onde moram seus avós, que morrem carbonizados.
Grávida e sozinha, Marimar decide tentar a vida na capital. Por coincidência, ela vai trabalhar na casa do pai que nunca conheceu. Doce e encantadora, ela ganha a confiança e o carinho da família que a ajuda a criar sua filha e investe em sua educação.
Marimar se dedica aos estudos e passa a ajudar o pai a dirigir a empresa. Com o poder em suas mãos e bom relacionamento com a alta sociedade, Marimar decide se vingar de todas as humilhações que sofreu na casa do ex-marido e acaba provocando a falência da família Santibanhez.
Marimar recebe proposta de casamento do governador do Estado. Sérgio começa a namorar a
filha do governador. Ao descobrir que Marimar e Sérgio foram casados, a filha do governador se transforma em sua maior inimiga.
O grande objetivo de Marimar é se vingar de Sérgio e toda a sua família, principalmente Angélica que tanto a humilhou. A herdeira milionária não vai medir esforços para se apropriar da fazenda Santibanhez. Depois de conquistar o seu objetivo, Marimar humilha e despreza seu ex-marido. Sérgio fica na miséria e se torna empregado de Marimar. Os dois acabam reconhecendo que ainda sentem amor um pelo outro.
Breve Perfil dos Personagens
Maria do Mar Pérez (Marimar)/Bella Aldama (Thalía) - Jovem moça que mora na praia, bonita e meiga, mas um pouco rebelde. Foi criada por seus avós. Ela se apaixona por Sérgio, mas é traída por ele e odiada pela família do rapaz. Logo sua vida muda e ela decide se vingar das pessoas que a humilharam no passado.

Sérgio Santibanhez (Eduardo Capetillo) – Bonito e charmoso. Ele deixou a universidade para seguir sua paixão pelo futebol. Espera pegar o dinheiro que recebeu de herança da fazenda de sua mãe para gastar com festas e mulheres. Usa Marimar para aborrecer seu pai e sua madrasta. Seus sentimentos por Marimar se transformam ao longo do tempo e seu amor por ela se torna avassalador. Deseja se tornar um grande jogador de futebol.
Avó Cruz (Ada Carrasco) – Avó de Marimar, ela sempre morou com o marido e a neta. É uma mulher adorável, que divide um segredo com seu marido sobre a vida de Marimar.
Chico (Tito Guízar) – Avô de Marimar e marido de Vovó Cruz. Por conta de sua idade avançada, ele é doente e incapacitado para trabalhar, o que o impossibilita de sustentar sua família.
Gustavo (Miguel Palmer) – Milionário, ele não é um vilão, mas tem um caráter muito fraco. No passado foi obrigado a abandonar a mãe de sua filha. Com muitos arrependimentos, ele tenta superar a dor com o amor de Marimar.
Renato Santibanhez (Alfonso Iturralde) – Pai de Sérgio, é um homem repleto de bons sentimentos, mas sempre faz escolhas erradas. É
atraente e dominado pela esposa, Angélica.
Angélica (Chantal Andere) – Esposa de Renato, mulher de sentimentos ruins. Apenas se interessa por dinheiro e poder. Finge ser meiga e generosa, mas é mesquinha. Ela é mais nova que o enteado, Sérgio, e por dinheiro vai ficar contra o amor dele e Marimar.
Brenda (Frances Ondiviela) – Esperta e atraente, ela era prometida para se casar com Gustavo, mas a união não aconteceu. Queria a fortuna de Gustavo, mas ele deixa tudo para Marimar. Ela quer destruir Marimar usando a intriga como seu principal artifício. Depois se torna a principal aliada de Marimar
Bernardo (Guillermo García Cantú) – Parceiro de Gustavo no Cassino, ele tenta conquistar Marimar, mas não tem sucesso. Ele e Brenda querem destruir Marimar.
Elenco
Thalía
Eduardo Capetillo
Chantal Andere
Guillermo García Cantú
Marcelo Buquet
Ada Carrasco
Luís Gatica
Toño Infante
Fernando Colunga
Alfonso Iturralde
René Muñoz
Tito Guizar
Miguel Palmer
Ricardo Blume
Juan Carlos Serran
Rafael Del Villar
Kenia Gazcon
Claudio Baez
Marisol Santacruz
Frances Ondiviela
26 de outubro de 2011
Filmes de animação da era pré-3D ensinam lições importantes para o desenvolvimento da criança. Reveja os clássicos e entenda o que cada um deles mostra

O Rei Leão, relançado em 3D, surpreendeu nas bilheterias
Simba é um filhote de leão, o próximo na hierarquia para assumir o posto de rei da selva, quando uma conspiração armada por seu tio resulta na morte do rei e na expulsão do filhote. Não se engane com o colorido e a fofura das cenas: a história de “O Rei Leão”, longa lançado originalmente em 1994 pelos estúdios Disney, toca em pontos fundamentais da psicanálise e segue relevante até hoje – as bilheterias do relançamento do filme, em versão 3D, deixam claro. Mas ele não é o único desenho clássico com lições para as crianças.
A história de superação do pequeno felino nas savanas africanas ajuda as crianças a lidar com a possibilidade da perda de um ente
querido. “Essa é uma das grandes ameaças da infância”, explica Renate Meyer Sanches, psicanalista e autora do livro “Conta de novo, Mãe” (Editora Escuta), sobre a importância das histórias na construção da personalidade infantil.
Esta não é a única dificuldade abordada pelas animações clássicas. Da valorização do diferente aos desafios de crescer, confira outros 9 filmes que podem ajudar seu filho a superar conflitos.
“Pinóquio” (1940)
Um boneco de madeira é animado por uma fada madrinha e deve passar por uma série de testes de caráter para poder se tornar uma criança humana.
O que ensina: a valorização do diferente, os malefícios da mentira e crença na esperança. “Independentemente de quem você seja, você pode se redimir de tudo de errado que fez”, explica a psicopedagoga Maria Irene Maluf.

Branca de Neve: conflito com a figura materna
“Branca de Neve e os Sete Anões” (1937)
Rainha maldosa tem inveja da enteada, Branca de Neve, por conta da beleza e juventude da garota. Depois que a madrasta tenta matá-la, Branca foge e vai viver na floresta.
O que ensina: a elaborar conflitos com a figura materna. “Brigar com a mãe é uma fase pela qual todas as crianças passam, o que volta depois com a adolescência”, diz Renate Meyer Sanches.
“A Pequena Sereia” (1989)
Ariel é uma sereia fascinada pela vida fora do mar. Desobedecendo os conselhos do pai, ela faz um acordo com uma bruxa para se tornar humana e conquistar o amor de um príncipe.
O que ensina: a superar os conflitos da adolescência com os pais. “Enquanto a Ariel quer ser diferente, romper com os padrões e ser humana, o pai tem a função de protegê-la”, comenta Patrícia Serejo, psicóloga infantil.
“Peter Pan” (1953)
Peter vive na Terra do Nunca, um lugar onde as pessoas não envelhecem, e se recusa a crescer.
O que ensina: crescer é inevitável. “A criação deste mundo paralelo ajuda a criança a se identificar com um lado da personalidade dela que tem medo de amadurecer”, diz Renate.
“A Dama e o Vagabundo” (1955)
A mimada cadela Lady se vê sem rumo quando se perde na cidade e precisa da ajuda de Vagabundo, um vira-lata acostumado a usar da astúcia para se alimentar e sobreviver.
O que ensina: a possibilidade de lidar com dois lados distintos (um mais certinho, outro mais aventureiro), as diferenças das classes sociais e o fato de que o dinheiro não é essencial para uma vida feliz. “Este filme é essencial para ensinar a importância do ‘ser’ e não do ‘ter’. A criança aprende a dar importância às qualidades e não às aparências”, explica Maria Irene.
“101 Dálmatas” (1961)
Cruela Cruel, fascinada por casacos de pele, sonha em ter um feito com a pele macia de filhotes de dálmatas. Para conseguir isso, ela está disposta a tudo, inclusive roubar animais e enganar Anita, sua amiga de infância.
O que ensina: a ganância excessiva é prejudicial e os animais devem ser tratados com carinho. “Faz muito sentido por conta da era do consumismo, na qual vivemos”, compara Maria Irene.
“Tarzan” (1999)
Pais de um bebê morrem durante expedição na África deixando-o órfão por ali. Ele é adotado por uma família de gorilas e cresce acreditando ser um deles.
O que ensina: não existe nada errado em ser adotado, a família é importante e identificar-se com os semelhantes é essencial. “O filme fala de um amor que não é biológico, mas isso não o diminui de forma alguma”, conta Patrícia Serejo.
A Bela Adormecida” (1959)
A jovem princesa Aurora espeta o dedo em um objeto amaldiçoado por uma bruxa e entra em sono profundo. Ela só poderá ser acordada por um príncipe que a ame verdadeiramente.
O que ensina: é importante saber cuidar de si mesmo. “Se a princesa não fosse superprotegida e estivesse preparada, ela não teria dormido 100 anos”, teoriza Maria Irene.
“Bambi” (1942)
Quando a mãe de Bambi, um pequeno cervo da floresta, é assassinada, ele tem que aprender a cuidar de si mesmo.
O que ensina: fazer amigos é essencial para viver em sociedade. “Em ‘Bambi’ fica muito claro a importância da
socialização”, diz Maria Irene. Fonte: IG
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10 de outubro de 2011
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