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Sonho Meu – TV Globo 1993, imagem boa – Coleção com 18 DVDs
Sonho Meu foi uma telenovela brasileira produzida e exibida às 18 horas pela Rede Globo entre 27 de setembro de 1993 a 14 de maio de 1994
. Escrita por Marcílio Moraes, Margareth Boury, e Maria Adelaide Amaral, foi baseada em obras de Teixeira Filho e teve supervisão de texto de Lauro César Muniz. Foi dirigida por Reynaldo Boury, Roberto Naar, e Marcelo Travesso com direção geral foi de Reynaldo Boury.
A novela apresentou Leonardo Vieira, Patrícia França, Carolina Pavanelli, Elias Gleizer,
Beatriz Segall, Walmor Chagas, Fábio Assunção, Nívea Maria, José de Abreu e Isabela Garcia nos papeis principais, e se passava em Curitiba, capital do estado do Paraná.
Sinopse
Cláudia (Patrícia França), ao fugir do ex-marido, o violento Geraldo (José de Abreu), perde a posse da filha, Maria Carolina (Carolina Pavanelli), que fica sob a guarda da tia impaciente, Elisa (Nívea Maria), que mantém a menina num orfanato. Maria Carolina acaba por fugir do orfanato e esconder-se na pequena vila de Jardim das Flores, e entre brincadeiras com amiguinhos da vila esconde-se na casa do Sr. Mazurgsky, o Tio Zé (Elias Gleizer), um velhinho bondoso que se encanta com a garotinha,
que ele chama carinhosamente de “Laleska”.
Enquanto isso, Cláudia se vê envolvida por dois irmãos que a disputam: o jovem médico Jorge (Fábio Assunção), que comanda os negócios da rica família Candeias de Sá, e Lucas (Leonardo Vieira), um mauricinho, que ganha o coração da moça. Paula (Beatriz Segall), a avó e grande matriarca, vê Cláudia como uma ameaça à paz em seu lar, ao se deparar com os desentendimentos dos dois netos. Ao se casar com Lucas, por quem é apaixonada, Cláudia tenta proteger a filha, mas é acusada de bigamia, e ainda tem que enfrentar a fúria de Jorge, que revela-se um homem neurótico e perigoso.

Carolina

Cecilia

Claudia

Elisa

Fiapo

Fontana

Francisca

Geraldo

Giacomo

Gilda

Guerra

Jorge

Lucas

Lucia

Magnólia

Marcia

Mariana

Paula

Tioze

Willian

Elenco
- Patrícia França – Cláudia Lins
- Leonardo Vieira – Lucas Candeias de Sá
- Carolina Pavanelli – Maria Carolina ‘Laleska’
- Elias Gleizer – Tio Zé “Mazurgski”
- Fábio Assunção – Jorge Candeias de Sá
- Isabela Garcia – Lúcia Guerra
- Eri Johnson – Giácomo Madureira (Jayme)
- Beatriz Segall – Paula Candeias de Sá
- José de Abreu – Geraldo Vieira
- Nívea Maria – Elisa
- Walmor Chagas – Dr. Afrânio Guerra
- Yoná Magalhães – Magnólia
- Carlos Alberto – Fiapo
- Mauro Mendonça – Carlos
- Débora Duarte – Mariana
- Daniela Camargo – Francisca
- Flávio Galvão – Dr. João Fontana
- Françoise Forton – Gilda
- Gisela Reimann – Alice
- Cristina Mullins – Márcia
- Jayme Periard – William
- Priscila Camargo – Polaca
- Míriam Pires – Cecília
- Eduardo Caldas – Chico
- Monique Lafond – Maitê
- Flávia Alessandra – Inês
- Carlos Kroeber – Varela
- Ângelo Paes Leme – Santiago
- Karina Mello – Marília
- Cláudia Magno – Josefina
- Jorge Cherques – Bóris
- Tânia Loureiro – Miriam
- Alexandre Lippiani – Luís Ortega
- Bernadete Lys – Júlia
- Beta Madruga – Taboinha
- Carmem Caroline – Ximena
- Cláudia Scher – Aída
- Ruthinéa de Moraes – Alcinéia
- Fabiano Miranda – Trigo
- Haydée Miranda - ?
- Hélio Ribeiro – Juarez
- Gilson Moura – Cidão
- José Augusto Branco - ?
- Lina Fróes – Rosa
- Luíza Curvo – Aninha
- Maria Thompson – Clara
- Mariane Egbert – Irene
- Mauro Gorini – Feriado
- Naura Schneider – Helena
- Sérgio Fonta – Cunha
- Nedira Campos – Ângela
- Newton Martins – Mercadoria
- Renata Castro Barbosa – Carla
- Renato Pinheiro – Cacá
- Sérgio Mannarino – Carlos Alberto
- Paulo César Grande – Augusto (participação especial)
- Larissa Queiroz – Bruna
- Cleyde Blota – mãe de Luís Ortega (participação especial)

18 de abril de 2011
Pecado Capital – 1998 – Capítulos avulso da novela, cor, imagem boa – 9 DVDs
Pecado Capital foi uma telenovela brasileira produzida e exibida, pela segunda vez, no horário das 18 horas, pela Rede Globo, entre 5 de outubro de 1998 e 8 de maio de 1999,
Foi escrita originalmente por Janete Clair e reescrita por Glória Perez, sendo dirigida por Wolf Maya, Maurício Farias, Fabrício Mamberti e Vicente Barcellos.
Apresentava Francisco Cuoco, Carolina Ferraz, Eduardo Moscovis e Cássia Kiss nos papeis centrais da trama.
Trama
Pecado capital traz José Carlos Moreno, chamado Carlão, um taxista morador do subúrbio carioca de Marechal Hermes. Logo no primeiro capítulo, acontece um grande e audacioso assalto a banco, e os ladrões, em fuga, embarcam no carro de Carlão. Só que a mala cheia de dinheiro é esquecida no veículo. O taxista, então, vê ali a possibilidade de ascender socialmente, podendo enfim casar-se com a noiva, Lucinha, operária numa fábrica de roupas. Graças à beleza de Lucinha, as brigas entre os dois, por causa de ciúme do taxista, são frequentes. Lucinha conhece, então, na fábrica, o publicitário Nélio Porto Rico, que a convida a ser modelo. Pensando na possibilidade de crescer na vida, ela aceita. Enquanto isso, Carlão faz segredo quanto a estar com o fruto do assalto ao banco. A opção de Lucinha pela carreira de modelo leva-a a romper com Carlão e com o pai, Orestes, pela intolerância destes.
Enquanto isso, Eunice, uma dona de casa de classe média, infeliz no casamento, sofre com o repúdio do marido, Ricardo, e com a consciência pesada. Ela esteve no assalto, do qual participou convencida pelo amante, Miguel, e foi quem esqueceu o dinheiro com Carlão. Miguel é assassinado após uma discussão com Eunice por causa do dinheiro e ela é tida como a principal suspeita, embora seja inocente. Vai, então, pedir ajuda ao marido para sair da enrascada, e ele a obriga a ir passar uns tempos nos Estados Unidos, longe do filho, Paulo Roberto. E a suburbana Lucinha é escolhida como principal modelo das Confecções Centauro, onde antes trabalhava. Desperta o interesse do adormecido coração de Salviano Lisboa, um milionário viúvo que, apesar de ter seis filhos -
Vitória, Vilma, Vicente, Virgílio, Vinícius e Valter – e viver cercado por uma cambada de bajuladores, sente muita solidão. O início do namoro entre Salviano e Lucinha desperta em Carlão um grande ódio, e ele lança mão do dinheiro, que planejava devolver, para ascender socialmente – para ele, Lucinha deseja isto:fortuna e posição.
Eunice volta ao Brasil e, cumprindo suas ameaças, cheias de rancor, Ricardo a denuncia e ela é presa. Ao ficar sabendo da situação da mulher, Carlão sente a consciência pesar e começa a ajudá-la. Penalizado, sabendo que, se tivesse entregue o dinheiro, a situação de Eunice seria outra, Carlão se casa com ela,
mesmo apaixonado por Lucinha, que passa a enfrentar, a cada dia que passa, maior oposição dos filhos de Salviano. Carlão e Eunice vivem um casamento infeliz. Ela, verdadeiramente apaixonada, sofre com o amor do marido por outra, que não o quer;ele, por estar casado por piedade e medo de que ela, já o tendo reconhecido como o taxista do caso, o denuncie.
Ao longo da trama, Carlão vai se afundando mais e mais, graças à ambição e ao desejo de reconquistar Lucinha. No final, quando resolve deixar o dinheiro(dois milhões de reais)numa estação do metrô e fazer uma denúncia anônima às autoridades, Carlão termina assassinado no local por Tonho Alicate, um mau-caráter com quem havia se envolvido em negócios escusos.
Elenco
conforme ordem da abertura da novela
|
Ator
|
Personagem
|
| Francisco Cuoco |
Salviano Lisboa |
| Carolina Ferraz |
Lucinha (Maria Lúcia Batista) / Lucy Jordan |
| Eduardo Moscovis |
José Carlos Moreno (Carlão) |
| Cássia Kiss |
Eunice Freitas |
| Vera Fischer |
Laura Meideiros Lisboa |
| Paloma Duarte |
Vilma Lisboa (Vilminha) |
| Alexandre Borges |
Nélio Porto Rico |
| Marcos Winter |
Virgílio Lisboa |
| Leandra Leal |
Clarelis Batista |
| Eri Johnson |
Tenorinho / Marcelo |
| Pedro Paulo Rangel |
Clóvis Tenório |
| Thaís de Campos |
Vitória Lisboa |
| Cláudia Liz |
Gigi |
| Floriano Peixoto |
Ernani |
| Camila Pitanga |
Ritinha |
| Roberto Bonfim |
Raimundo |
| Thiago Lacerda |
Vicente Lisboa |
| Íris Bruzzi |
Otília |
| Suely Franco |
Djanira |
| Jackson Antunes |
Marciano |
| Tato Gabus Mendes |
Valdir |
| Zilka Salaberry |
Bá |
| André Valli |
Orestes |
| Patrick de Oliveira |
Paulo Roberto |
| Denise Milfont |
Elizeth |
| Antônio Pompeo |
Percival |
| Darlene Glória |
Aurora |
| Mara Manzan |
Alzira |
| Oswaldo Loureiro |
Boca |
| Juliana Silveira |
Dagmar |
| Guilherme Karan |
Jurandir |
| Jiddu Pinheiro |
Valter Lisboa |
| Walther Verve |
Roger |
| Renato Rabello |
Escorel |
| Ana Furtado |
Deinha |
| Malu Valle |
Verinha |
| Aracy Cardoso |
Cibele |
| Henri Castelli |
Lobato |
| Duda Ribeiro |
Tatú |
| Ana Paula Guimarães |
Elba |
| Clara Garcia |
Rafa |
| Pia Manfroni |
Creusa |
| Vanessa Dantas |
Micaela |
| Matheus Petinatti |
Jominho |
| Ricardo Martins |
Bruno |
| Íris Nascimento |
Fafá |
Participação Especial
|
Ator
|
Personagem
|
| Betty Lago |
Mila |
| Luís Melo |
Ricardo |
| Marco Ricca |
Miguel |
| Lima Duarte |
Tonho Alicate |
As crianças
|
Ator
|
Personagem
|
| Luã Ubacker |
Rubinho |
| Luíz Cláudio Jr. |
Nandinho |
| Diego Codazzi |
Pastel |
Elenco de apoio
|
Ator
|
Personagem
|
| Marcelo Serrado |
Vinícius Lisboa |
| Ilka Soares |
Hortência |
| Java Mayan |
Pepe |
| Vera Fischer |
Laura |
| Lima Duarte |
Tonho Alicate |
| Betty Faria |
trocadora do ônibus |
| Xuxa Meneghel |
Ela mesma |
| Othon Bastos |
Sandoval |
| Mário Lago |
Dr. Amatto |
| Jonas Bloch |
Altino |
| Emiliano Queiroz |
Quidoca |
| Chico Diaz |
Delegado Arruda |
| Caco Ciocler |
Rodrigo |
| Lizandra Souto |
Ela mesma |
| Marcelo Alberto |
Carteiro |
| Elke Maravilha |
Ela mesma |





15 de março de 2011
Pedra Sobre Pedra foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 6 de janeiro a 31 de julho de 1992.
Foi escrita por Aguinaldo Silva, Ricardo Linhares e Ana Maria Moretzsohn e dirigida
por Paulo Ubiratan e Gonzaga Blota. Tinha como protagonistas Renata Sorrah, Lima Duarte, Adriana Esteves e Maurício Mattar.
Trama
A pequena cidade de Resplendor, localizada no sertão nordestino, era o palco das disputas políticas entre os
Pontes e os Batista. Murilo Pontes ia se casar com a jovem Pilar Farias, por quem Jerônimo, o herdeiro dos Batista, também era apaixonado. No dia do casamento de Murilo e Pilar, a noiva diz não em pleno altar, por desconfiar de que o rapaz fosse o pai da criança que Eliane, sua melhor amiga, estava esperando. Desejando
vingança, Pilar se casa com Jerônimo, inimigo de Murilo, enquanto este se casa com Hilda, uma jovem que sempre o amara. Dessa união nasce Leonardo, e Murilo vai seguir carreira política em Brasília, enquanto Pilar tem uma filha, Marina, e fica viúva. A filha de Eliane nasce, mas a mãe morre no parto e Pilar assume a educação da menina, dando-lhe o nome da mãe, Eliane.
Vinte e cinco anos se passam, Murilo está de volta a Resplendor e reencontra Pilar querendo fazer de sua filha, Marina, a prefeita da cidade, destino que ele reservara para seu filho, Leonardo. Mas os dois não contam que seus filhos, ao se conhecerem,se
apaixonam e têm que esconder esse amor por causa da rivalidade entre seus pais, rivalidade essa que oculta um amor mal resolvido.
Mas os Pontes e os Batista terão na briga pelo comando de Resplendor um adversário perigoso:Cândido Alegria, um homem que enriqueceu roubando e matando o amigo
português Benvindo Soares, e que nutre uma paixão por Pilar Batista. Para conseguir o que quer – a prefeitura de Resplendor e o coração de Pilar – Cândido Alegria conta com a ajuda da ambiciosa Eliane, a agregada da família Batista, que nem desconfia de que ele é o seu pai biológico.
Mas Resplendor tem outros
mistérios. A cidade recebe a visita do enigmático fotógrafo Jorge Tadeu, que se ocupa em fotografar e seduzir as mulheres casadas da cidade. Entre elas, Úrsula, filha da beata Gioconda, a irmã de Murilo Pontes.
Também está na cidade um grupo de ciganos liderados por Iago. A irmã de Iago,
a bela Vida, se apaixona por Carlão Batista, mas tenta fugir a essa paixão, por saber que seu irmão não permitirá esse envolvimento. Carlão é o cunhado de Pilar e proprietário do Grêmio Recreativo Resplendorino, que é dirigido por seu amigo e confidente Adamastor.

Elenco
em ordem da abertura da novela
|
Ator
|
Personagem
|
| Lima Duarte |
Murilo Pontes |
| Renata Sorrah |
Pilar Batista |
| Maurício Mattar |
Leonardo Pontes |
| Adriana Esteves |
Marina Batista |
Com
|
Ator
|
Personagem
|
| Armando Bógus |
Cândido Alegria |
| Arlete Salles |
Francisquinha Queiroz |
| Paulo Betti |
Carlão Batista |
| Andréa Beltrão |
Úrsula Pontes |
| Osmar Prado |
Sérgio Cabeleira |
| Eloísa Mafalda |
Gioconda Pontes |
| Luíza Thomé |
Vida |
| Elizângela |
Rosemary Pontes |
| Miriam Pires |
Dona Quirina Batista |
| Lilia Cabral |
Alva |
| Carla Marins |
Eliane |
| Antônio Pompêo |
Padre Otoniel |
| Ênio Gonçalves |
Diamantino |
| Humberto Martins |
Iago |
| Tereza Seiblitz |
Jerusa |
| João Carlos Barroso |
Arquibaldo |
| Paula Burlamaqui |
Nair |
| Raymundo de Souza |
Sete Estrelas (Emanuel) |
| Andréa Avancini |
|
| Isadora Ribeiro |
Suzana Frota |
| Selton Mello |
Bruno |
| Lu Mendonça |
Nice |
| Roberto Frota |
Heraldo |
| Ilva Niño |
Naninha |
| Maria Mariana |
Olímpia |
| Jackson Costa |
Ulisses |
| Thiago Justino |
Flô |
| Ricardo Pavão |
Bilico |
| Eduardo Moscovis |
Tibor |
| Patricia Furtado |
Daniela Pontes |
| Daniela Faria |
Liz |
Atores convidados
|
Ator
|
Personagem
|
| Nelson Xavier |
Delegado Queiroz |
| Cecil Thiré |
Prefeito Kléber Vilares |
Atrizes convidadas
|
Ator
|
Personagem
|
| Nívea Maria |
Ximena Vilares |
| Tânia Alves |
Lola |
Participação especial
|
Ator
|
Personagem
|
| Marco Nanini |
Ivonaldo Pontes |
| Pedro Paulo Rangel |
Adamastor |
| Eva Wilma como “Hilda” |
| Fábio Jr. como “Jorge Tadeu” |
Renata Sorrah como Pilar.
|
Ator
|
Personagem
|
| Nelson Baskerville |
Murilo Pontes |
| Cláudia Scher |
Pilar Batista |
| Felipe Camargo |
Jerônimo Batista (marido de Pilar) |
| Andréa Murucci |
Hilda Pontes |
| Geraldo Del Rey |
Sebastião (pai de Pilar) |
| Luciana Braga |
Eliane (mãe) |
| Buza Ferraz |
Benvindo Soares |
| Jackson Souza |
Padre Diogo |
| Francisco Carvalho |
Super Téo |
| Elias Gleizer |
Juca Badaró |
| Carmem Santos |
Virgínia |
| Lucilio Gomes |
Luciano (Empresario de diamantes) |
| Marcio Ehrlich |
Van Damme (negociante belga de diamantes) |
Direção
|
Direção
|
| Paulo Ubiratan |
| Gonzaga Blota |
| Luiz Fernando Carvalho |
|
Direção geral
|
| Paulo Ubiratan |
15 de outubro de 2010

De maio de 2003 a fevereiro de 2004
Novela das 19h
TV Globo
Escrita por Carlos Lombardi, com a colaboração de Tiago Santiago, Margareth Boury, Emanuel Jacobina e Vinicius Vianna.
Direção de Wolf Maya, Roberto Talma, Alexandre Avancini, Claudio Boeckel e Edgar Miranda.
A novela manteve altos índices de audiência durante os quase dez meses em que ficou no ar. A novela inovou também por conta das inúmeras participações especiais, entre as quais Regina Duarte, no papel de Maria Félix, mãe de Esteban.






Elenco:
Marcos Pasquim, Adriana Esteves, Vladimir Brichta, Daniele Winits, Humberto Martins, Betty Lago, Nair Bello, Carolina Ferraz, Iran Malfitano, Rafaela Mandelli, André Mattos, Angela Vieira, Bruno Garcia, Daniel del Sarto, Érika Evantini, Fernanda de Freitas, Françoise Fourton, Gero Pestalozzi, Italo Rossi, Lolita Rodrigues, Luiz Guilherme, Mario Gomes, Oswaldo Loureiro, Pedro Malta, Raissa Medeiros, Roger Gobeth, Stênio Garcia, Talma de Freitas, Tatiane Fontinhas, Thais Muller, Thamires Martins, Wolf Maya, entre outros.






Sinopse:
Em Kubanacan, uma fictícia republiqueta de bananas latino-americana, a luta pelo poder é constante. Camacho, um obscuro tenente, torna-se amante da primeira-dama Mercedes, também conhecida como a Santinha, de origem pobre, e dá um golpe de estado no marido dela, tornando-se ditador. Camacho mantém o poder durante anos, até que começa a ser desafiado por Esteban, um homem desmemoriado que caiu do céu numa noite de furacão numa vila de pescadores, chamada Santiago. Esteban entra em conflito por Camacho por causa de Marisol, que se tornou sua mulher em Santiago, mas foi seduzida pelo ditador. Esteban acredita que Marisol tenha morrido e se apaixona por Lola, uma dona-de-casa traída pelo marido Enrico. Lola se torna uma cantora famosa, ao mesmo tempo em que não resiste à paixão por Esteban. Marisol se arrepende, mas aí já é tarde demais para recuperar o amor dele. Ao longo da história, Esteban se surpreende muito com as coisas que vai descobrindo sobre seu passado, antes de perder a memória, e é perseguido por pessoas que acreditam que ele detém a fórmula de uma poderosa bomba, a Fênix, inclusive seu pai, Alejandro Rivera. Também fez muito sucesso o casal Rico (ex-marido de Lola) e Rubi ( a irmã durona de Lola).


12 de julho de 2010
José Eleutério (Eriberto Leão), o Zeca, sempre gostou de ganhar as estradas em suas comitivas, mas nunca sozinho. Por perto estão sempre seus amigos peões Terêncio (Alexandre Nero), Zé Camilo (Daniel), Tiago (Rodrigo Sater) e Juvenal (Yassir Chediak). Enquanto atravessam as trilhas pantaneiras tocando o gado, eles conversam e contam histórias. Já quando a noite cai, os papos dão lugar à música e à dança.
Terêncio foi criado pelo pai em comitivas e conheceu Zeca em um rodeio. Bom de montaria, os dois ficaram amigos à primeira vista e logo começaram a combinar comitivas, depois que o “filho do diabo”
terminasse a faculdade. Não demorou para Zeca retornar a região e eles trataram de colocar o plano em prática. Os peões Tiago, Zé Camilo e Juvenal embarcam nas aventuras dos dois e os acompanham nas viagens animando as rodas de viola.
Esta é a primeira vez que o cantor Daniel atua como ator na televisão brasileira. “Zé Camilo é bem extrovertido e vai aproveitar esse seu lado musical para conquistar as mocinhas. Ele é um cara de comitivas, que tem muitos amigos. As gravações estão ainda no começo, mas já estou curtindo muito”, diz Daniel.
‘Paraíso’ é uma adaptação da novela homônima de Benedito Ruy
Barbosa, exibida pela Rede Globo em 1982. A autoria da novela é de Benedito Ruy Barbosa, com adaptação de Edmara Barbosa e colaboração de Edilene Barbosa, direção geral de Rogério Gomes, o Papinha, e direção de Felipe Binder, Pedro Vasconcelos e Paulo 

Guelli.
10 de março de 2010
O Bem-amado foi uma telenovela brasileira escrita por Dias Gomes, produzida pela Rede Globo e levada ao ar de 24 de janeiro a 9 de outubro de 1973, às 22h, com direção de Régis Cardoso e supervisão de Daniel Filho. Era inspirada numa peça teatral do próprio autor, de título Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, escrita em 1962.
Trama
Primeira novela produzida em cores na televisão brasileira.[1] O prefeito Odorico Paraguaçu, um político corrupto e cheio de artimanhas, tem como meta prioritária em sua administração na cidade fictícia de Sucupira, litoral baiano, a inauguração do cemitério local. De um lado, é bajulado pelo secretário gago, Dirceu Borboleta, profundo conhecedor dos lepidópteros; e conta com o apoio incondicional das irmãs Cajazeiras, suas correligionárias e defensoras fervorosas: Dorotéia, Dulcinéia e Judicéia.

Dorotéia é a mais velha, líder na Câmara de Vereadores da cidade. Dulcinéia, a do meio, é seduzida pelo prefeito. E Judicéia é a mais nova – e mais espevitada. São três solteironas avessas a imoralidades – pelo menos em público, já que Odorico sempre aparece de noite para tomar um “licor de jenipapo”…
De outro, tem que lutar com a forte oposição liderada pela delegada de polícia Donana Medrado, que conta com o dentista Lulu Gouvêia, inimigo mortal do prefeito e líder da oposição na Câmara – atracando-se constantemente com Dorotéia no plenário. E ainda com o jornalista Neco Pedreira, dono do jornal local, A Trombeta. O meio-termo se intensifica com a presença de Nezinho do Jegue, defensor fervoroso de Odorico quando sóbrio, e principal acusador, quando bêbado!
Maquiavelicamente, o prefeito arma tramas para que morra alguém, sendo sempre mal sucedido. Nem as diversas tentativas de suicídio do farmacêutico Libório, um tiroteio na praça e um crime lhe proporcionam a realização do sonho. Para obter êxito, Odorico traz de volta a Sucupira um filho da terra: Zeca Diabo, um pistoleiro redimido, que recebe a missão de matar alguém para a inauguração do cemitério.
Como se não bastasse, Odorico ainda tem que enfrentar os desaforos de Juarez Leão, médico personalístico da oposição, que se envolve com sua filha Telma e faz um bom trabalho em Sucupira, salvando vidas – para desespero de Odorico.
Ao final, uma irônica surpresa: Zeca Diabo, revoltado, mata Odorico, que, finalmente, inaugura o cemitério!
Em 1996, no Chile, a história foi adaptada com o título de Sucupira, tendo alcançado grande sucesso.
O Bem Amado, Foi gravado em Sepetiba.
Elenco
- Paulo Gracindo – Odorico Paraguaçu
- Lima Duarte – Zeca Diabo (José Tranquilino da Conceição)
- Emiliano Queiroz – Dirceu Borboleta (Dirceu Fonseca)
- Ida Gomes – Dorotéia Cajazeira
- Dorinha Duval – Dulcinéia Cajazeira
- Dirce Migliaccio – Judicéia Cajazeira
- Jardel Filho – Dr. Juarez Leão
- Samuel Bertoldo – Amigo de Odorico Paraguaçu
- Rainer Wendell Oliveira – Amigo de Odorico Paraguaçu
- Sandra Bréa – Telma Paraguaçu
- Zilka Salaberry – Donana Medrado
- Carlos Eduardo Dolabella – Neco Pedreira
- Lutero Luiz – Lulu Gouvêia
- Milton Gonçalves – Zelão das Asas
- Gracindo Jr. – Jairo Portela
- Maria Cláudia – Gisa
- Dilma Lóes – Anita Medrado
- João Paulo Adour – Cecéu Paraguaçu
- Rogério Fróes – Vigário
- Ruth de Souza – Chiquinha do Parto
- Ana Ariel – Zora Paraguaçu
- Angelito Mello – Mestre Ambrósio
- João Carlos Barroso – Eustórgio
- Arnaldo Weiss – Libório
- Wilson Aguiar – Nezinho do Jegue
- Antônio Carlos Ganzarolli – Tião Moleza
- Ferreira Leite – Joca Medrado
- Augusto Olímpio – Cabo Ananias
- Apolo Corrêa – Maestro Sabiá
- Juan Daniel – Dom Pepito
- Suzy Arruda – Florzinha
- Isolda Cresta – Nancy
- Guiomar Gonçalves – Maria da Penha
- André Valli – Ernesto Cajazeira
- Nanai – Demerval Barbeiro
- Jorge Botelho – Nadinho
- Teresa Cristina Arnaud – Mariana
- Auricéia Araújo – Mãe de Zeca Diabo
- Milenka Rangan – Telma
- Júlio César – Isaque
- Participações especiais
- Álvaro Aguiar – Coronel Hilário Cajazeira
- Rafael de Carvalho – Coronel Emiliano Medrado
Curiosidades: 
- A peça que deu origem a O bem-amado foi escrita por Dias Gomes em 1961 por encomenda de Flávio Rangel, que dirigia o Teatro Brasileiro de Comédia, na época. Baseando-se em um fato ocorrido numa pequena localidade no Espírito Santo – um candidato à prefeitura fora eleito prometendo construir um cemitério –, o autor escreveu a peça apressadamente e ficou insatisfeito com o resultado. Odorico, o bem-amado, e os mistérios do amor e da morte não foi montada na ocasião e só chegou ao público dois anos depois, publicada pela revista Cláudia. Em 1969, a peça foi encenada pelo Teatro Amador de Pernambuco. Em 1970, estreou no Rio de Janeiro, em uma montagem de Gianni Rato, com Procópio Ferreira no papel de Odorico Paraguaçu. Para a televisão, o autor desenvolveu mais os personagens e criou novos, como Juarez Leão, Donana Medrado e Zelão das Asas.
- Paulo Gracindo considerava Odorico Paraguaçu o seu melhor personagem. Em entrevista a O Globo em 1993, o ator declarou que Odorico era um sucesso tão grande que os prefeitos de todas as cidades que visitou, durante e depois da novela, queriam tirar fotos ao seu lado.
- Lima Duarte havia sido contratado pela TV Globo em 1972 para dirigir O bofe, reeditando a parceria vitoriosa com Bráulio Pedroso, com quem trabalhara em Beto Rockfeller (1969), sucesso da TV Tupi. Entretanto, O bofe não teve o retorno esperado, e o ator estava já no fim do seu contrato com a emissora, quando foi escalado para fazer um pequeno papel em O bem-amado. O personagem, que tinha importância modesta na peça original de Dias Gomes, acabou crescendo e permaneceu até o final da trama, tornando-se um dos seus papéis mais memoráveis na televisão.
- Sandra Bréa estreou em telenovelas em O bem-amado.
- Em julho de 1973, a Censura Federal proibiu que as palavras “coronel” fossem pronunciadas em O bem-amado. “Coronel” era a forma como alguns personagens – especialmente Zeca Diabo – tratavam o prefeito Odorico Paraguaçu. Os militares achavam que Dias Gomes se referia a um coronel de patente militar, quando, na verdade, ele fazia alusão aos “coronéis” do sertão da Bahia: políticos e fazendeiros que usavam sua influência para exercer poder sobre a população. A produção da novela foi obrigada a cortar a palavra de vários capítulos. A censura também implicou com as palavras “capitão” – forma como Odorico se referia a Zeca Diabo –, “ódio” e “vingança”, obrigando a equipe de produção a apagar o áudio de vários capítulos que já haviam sido gravados.
- O bem-amado foi a primeira produção da TV Globo a ser exportada e abriu o mercado estrangeiro para os produtos nacionais. Até então, apenas textos eram comercializados. O diretor Paulo Ubiratan reeditou os 178 capítulos originais, e a novela foi exibida com 223 capítulos pela emissora Televisa, do México, em 1975. Foi um sucesso, e Paulo Gracindo ganhou, no mesmo ano, um prêmio no México. O bem-amado foi vendida para vários outros países da América Latina e Estados Unidos, por intermédio da Spanish International Network. A novela também foi exibida na Nicarágaua, no Peru e em Portugal.
- Uma versão de O bem-amado – com 60 capítulos –, reeditada por Paulo Ubiratan, foi ao ar entre janeiro e junho de 1977. 
- O enorme sucesso de O bem-amado gerou um seriado com o mesmo nome, que estreou em 1980, com a ressureição do prefeito Odorico Paraguaçu, e permaneceu cinco anos no ar.
- O antológico Dirceu Borboleta voltou à televisão em 1990 como um dos integrantes da Escolinha do Professor Raimundo, de Chico Anysio.

- No capítulo final, Zeca Diabo vai até o gabinete do prefeito e o mata com três tiros . Nos seus últimos suspiros, cercado por Adalgisa e Dorotéia Cajazeira, que chegaram à prefeitura pouco depois dos tiros, Odorico faz questão de tentar salvar sua imagem e diz que sua morte havia sido coisa da oposição: “Interesses antipatrióticos… Uma trama internacional… Uma superpotência… Materiais atômicos… Eles querem Sucupira! Querem dominar o mundo…”
- Zeca Diabo se despede da família e parte de Sucupira. O cemitério da cidade é, finalmente, inaugurado, e Odorico é o primeiro a ser enterrado, com discurso de Lulu Gouvêia: “Adeus, Odorico, o grande, o pacificador, o desbravador, o honesto, o bravo, o leal, o magnífico…”
- O bem-amado teve ainda outro personagem antológico: o pescador Zelão das Asas (Milton Gonçalves). Desde que escapou com vida de um temporal, ele prometeu a Bom Jesus dos Navegantes que, em agradecimento, um dia iria voar até as alturas para provar que tinha fé. Durante toda a novela, Zelão construiu vários pares de asas feitos com pano e diversos tipos de metal e madeira tentando alçar vôo, sem sucesso.
- Na cena final, Zelão sobe no alto da torre da igreja. A imagem congela e a voz de um narrador diz: “Aqui, a nossa história pára, pois tudo o que sabemos daí em diante é de ouvir contar. Não é que a gente não acredite, pois caso um dia você vá a Sucupira vai ver que lá ninguém duvida.” A cena volta a ganhar movimento. Zelão faz o sinal da cruz e, diante dos rostos pasmos dos moradores de Sucupira, se atira do alto da igreja. Todos murmuram entre si que ele está voando, e uma tomada do alto mostra o ponto de vista de Zelão planando sobre a praça. A voz do narrador, então, retorna: “E Zelão vôou. Se você duvida, é um homem sem fé” .
19 de janeiro de 2010
A Próxima Vítima foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de 13 de março a 4 de novembro de 1995, às 20 horas e teve 203 capítulos. Foi escrita por Sílvio de Abreu, Alcides Nogueira e Maria Adelaide Amaral e dirigida por Jorge Fernando, Rogério Gomes, Marcelo Travesso e Alexandre Boury. Com José Wilker, Suzana Vieira e Tony Ramos: protagonistas, Aracy Balabanian e Tereza Rachel: co-protagonistas, Cláudia Ohana, Alexandre Borges, Cecil Thiré(1995) e Otávio Augusto(2000) como os principais antagonistas.
Ana (Suzana Vieira), é amante de Marcelo (José Wilker) há vinte anos, com quem tem três filhos. Ana é uma mulher forte, batalhadora e dona de uma cantina italiana. Marcelo, por sua vez, é um aproveitador e mau-caráter. Ele é casado, por interesse, com uma mulher bem mais velha, a rica Francesca Ferreto (Tereza Rachel), mas vive um tórrido romance com a jovem, inescrupulosa e fogosa Isabela Ferreto (Cláudia Ohana), além de manter sua relação de anos com Ana. Sobrinha de Francesca, Isabela é noiva do rico e apaixonado Diego (Marcos Frota), que desconhece seu verdadeiro caráter.
- A mansão dos Ferreto é o cenário para as traições de Marcelo e Isabela. Lá, também mora o casal Eliseo (Gianfrancesco Guarnieri) e Filomena (Aracy Balabanian). Irmã de Francesca, Filomena controla os negócios da família com punhos de ferro. Dominadora, ela manipula a vida de muitos personagens, principalmente a do marido, um homem humilhado e submisso. Carmela (Yoná Magalhães), a irmã mais nova de Francesca e Filomena, também vive na mansão. Ambiciosa e ressentida por ter sido abandonada pelo marido, ela vê na filha Isabela sua grande esperança para conseguir um lugar de destaque no mundo. Ao longo da novela, Carmela se envolve com o jovem Adriano (Luigi Palhares).
- Com o passar do tempo, Francesca descobre o romance entre Marcelo e Ana e fica inconformada com o fato de ele ter três filhos com a amante. Logo no início da trama, Cesca vai viajar para surpreender seu marido com a amante e surge a notícia de que ela foi morta por envenenamento na própria sala do aeroporto…
- Numa das cenas mais fortes da trama, Diego espanca Isabela e a empurra do alto da escada da mansão dos Ferreto, quando descobre que ela o traía com Marcelo. Tempos depois, é a vez de Marcelo sentir-se traído e esfaquear a adúltera no rosto.
- Uma série de assassinatos, aparentemente sem motivo e conexão entre si, ocorre no desenrolar da trama. Instigada com a seqüência de mortes inexplicáveis, a jovem estudante de direito Irene (Vivianne Pasmanter) tenta descobrir não só o matador, mas quem será a próxima vítima. Ela inicia uma minuciosa investigação dos fatos, depois de ter o pai e a tia também assassinados. Irene descobre uma lista com códigos. É a famosa lista do “Horóscopo Chinês” com a data de nascimento de todas as sete vítimas.
- Enquanto Irene trabalha como detetive, novas mortes vão acontecendo. A já citada lista do “Horóscopo Chinês”, recebida pelas vítimas antes do crime, é só o que há de comum entre todas as mortes.
- Um Opala preto vigia e segue as vítimas. Ao fim da trama, descobre-se que todos os que morreram tinham ligação entre si e estavam envolvidos num fato ocorrido anos antes. O assassino é, então, desmascarado: Adalberto (Cecil Thiré). Marido de Carmela Ferreto e pai de Isabela, ele havia sumido depois de ter gasto todo o dinheiro da esposa.
- Zé Bolacha (Lima Duarte), é um alegre caminhoneiro, contador de histórias, que adora Guimarães Rosa e faz citações poéticas. Ele acaba se envolvendo com Irene, que é muito mais jovem. Ela, por sua vez, é filha de Helena (Natália do Vale), que se interessa por Juca (Tony Ramos), filho de Bolacha, formando um quadrilátero de paixões entre as duas famílias.
- Simplório e verdadeiro, Juca é meio-irmão de Marcelo e dono de uma barraca de frutas no mercado municipal de São Paulo. Alheio ao amor de Helena, ele é perdida e irremediavelmente apaixonado por Ana.
- Em uma de suas principais tramas paralelas, o autor abordou a questão do preconceito de brancos contra negros e vice-versa. A intenção era discutir se na verdade o grande preconceito no Brasil era o social, mais do que o racial. Para isso, um dos núcleos dramáticos é composto por uma família negra de classe média. O pai, Cleber Noronha (Antônio Pitanga), é um contador íntegro que trabalha para várias empresas. Casado com Fátima (Zezé Motta), uma secretária executiva, ele constrói uma família bem-sucedida. Os filhos são Sidney (Norton Nascimento), um gerente de banco, Jefferson (Lui Mendes), estudante de direito, e Patrícia (Camila Pitanga), que sonha em ser modelo.
- A relação homossexual entre Jefferson e Sandro (André Gonçalves),filho de Ana e Marcelo também foi outro ponto alto de “A Próxima Vítima” . O envolvimento entre os dois rapazes causou grande impacto sobre o público; com o agravante de ser um negro, e o outro, branco.
- Lucas (Pedro Vasconcellos), no início da trama aparece internado numa clínica para dependentes químicos. Na trajetória do personagem mostrava-se a dificuldade enfrentada por ex-dependentes em se manter distantes dos entorpecentes.
- Quitéria Quarta-Feira (Vera Holtz) é a melhor amiga e o apoio de Ana. Apesar do nome exagerado, não se trata de uma caricatura, é uma mulher digna e generosa. Prostituta por opção, ainda exerce a profissão e não faz disso um drama; tem grande alegria de viver.
- Já a personagem Júlia Braga (Glória Menezes), tia de Irene, uma milionária que chega ao Brasil e se envolve numa campanha em prol dos menores de rua, serviu para discutir a questão do abandono no Brasil. A personagem foi inspirada na artista plástica Yvone Bezerra de Mello, que se dedicava intensamente à causa na época e que ajudava algumas das crianças que foram mortas na Chacina da Candelária em 1992, e em seu livro As ovelhas desgarradas e seus algozes.
7 de novembro de 2009
Deus nos Acuda foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de 31 de agosto de 1992 a 27 de março de 1993, às 19 horas.
Foi uma telenovela de Sílvio de Abreu, escrita por Sílvio de Abreu, Alcides Nogueira e Maria Adelaide Amaral e dirigida por Jorge Fernando, Marcelo Travesso e Rogério Gomes, teve 179 capítulos. com direção geral e de núcleo de Jorge Fernando
A história lida com temas como a situação do Brasil na Era Collor, mostrando as dificuldades de uma suposta anjo da guarda do país que tentava remediar seus problemas a partir de uma base onde televisionava tudo, no céu do cristianismo.
Nessa trama, a sorte e destino do Brasil dependem de forças celestiais. No céu, Celestina é o anjo responsável pelo Brasil. Ao ouvir de Deus a ameaça de ser mandada para o país que deveria ajudar a crescer, ela pede o auxílio do anjo Gabriel. Ele então convence o Todo-Poderoso a deixar Celestina ficar no céu por mais seis meses, com uma condição: sem desrespeitar o livre arbítrio que todo ser humano deve ter, ela tem de modificar um cidadão brasileiro, tornando-o mais honesto, digno e trabalhador.
Celestina então escolhe a bela Maria Escandalosa, filha de Tomás, uma dupla de trambiqueiros do porto de Santos, que vivem no prédio de Dona Armênia, uma hilária mulher que chora o abandono de “suas três filhinhas”. Convencida de que poderia transformar o caráter de Maria, Celestina passa por cima das leis divinas e salva-a de uma explosão. Depois disso, passa a zelar pela vida da jovem na Terra. No entanto, a trambiqueira não sabe que é objeto da atenção divina, e muito menos que é vigiada dia e noite. Maria então se envolve com o milionário Ricardo, filho de Otto Bismark, um viúvo acusado de matar suas ex-mulheres.
Há varias tentativas de apurar as acusações contra Otto. Para isso, Baby Bueno, cunhada do suspeito, que já o amou no passado, volta ao Brasil. Ela começa a investigá-lo com a ajuda de sua melhor amiga, a impagável perua Xena. Mas Baby terá uma oponente de peso: Elvira, a secretária de Otto, que além de fiel ao chefe, é inescrupulosa, maquiavélica e completamente apaixonada por ele.
Elenco
- Glória Menezes – Baby (Bárbara Silveira Bueno)

- Francisco Cuoco – Otto Bismark
- Marieta Severo – Elvira
- Cláudia Raia – Maria Escandalosa
- Edson Celulari – Ricardo Bismark
- Dercy Gonçalves – Celestina
- Aracy Balabanian – Dona Armênia
- Jorge Dória – Tomás Euclides
- Carmem Verônica – Xena
- Raul Gazolla – Paco
- Ary Fontoura – Félix
- Louise Cardoso – Gilda
- Cláudio Corrêa e Castro – Anjo Gabriel
- Diogo Vilela – Danilo
- Marisa Orth – Valquíria Silveira Bueno

- Regina Braga – Clarice
- Maria Cláudia – Kelly Garcia
- Gracindo Júnior – Heitor Garcia
- Paula Manga – Sabrina
- Flávio Silvino – Hugo
- Mylla Christie – Ully
- Cláudio Fontana – Igor
- Tatiana Issa – Yeda
- Edgard Amorim – Jasão
- Luigi Baricelli – Zelito
- Emiliano Queiroz – Quaresma
- Eduardo Martini – Querubim
- Adelaide Chiozzo – Juscelina

- Cléa Simões – Pérola
- Cristina Mutarelli – Laureta
- Paulo César Grande – Wagner
- Marcello Novaes – Gera
- Gerson Brenner – Gerson
- Jandir Ferrari – Gino/Gina
- João Rebello – Nicolau
- Fernanda Rodrigues – Eduarda
- Carlos Kroeber – Dr. Alberto
- Hilda Rebello – Violante
- Jorge Fernando – Brasil
- Jairo Mattos – Ivan
- Oscar Magrini – Marco
- Mauro Porrino – Gilson
- Maria Helena Pader – Alice
- Solange Couto – Manon
7 de novembro de 2009
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