Maria José Motta nasceu em Campos, RJ, em 27 de junho de 1944. Transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro aos dois anos de idade. Estudou no Tablado, curso de teatro de Maria Clara Machado.
Começou sua carreira como atriz em 1967, estrelando a peça “Roda-viva”, de Chico Buarque, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Atuou, a seguir, em “Fígaro, Fígaro”, “Arena conta Zumbi”, “A vida escrachada de Joana Martine e Baby Stompanato”, em 1969, “Orfeu negro”, em 1972, e “Godspell”, em 1974, entre outras.
Iniciou sua carreira de cantora em 1971, apresentando-se como crooner das casas noturnas Balacobaco e Telecoteco (SP). Produzida por Guilherme Araújo, apresentou-se em show realizado no Museu de Arte Moderna (RJ).
Em 1975, gravou, com Gerson Conrad, o LP “Gerson Conrad e Zezé Motta”.
Ainda na década de 1970, lançou os LPs “Zezé Motta” (1978) e “Negritude” (1979).
Na década de 1980, lançou os LPs “Dengo” (1980), “Frágil força” (1985), e, com Paulo Moura, Djalma Correia e Jorge Degas, “Quarteto negro” (1987).
Em 1995, gravou o CD “Chave dos segredos”.
Apresentou-se, representando o Brasil, a convite do Itamaraty, em Hannover (Alemanha), Carnegie Hall de Nova York (EUA), França, Venezuela, México, Chile, Argentina, Angola e Portugal.
Como atriz, participou dos filmes “A rainha diaba”, “Vai trabalhar
vagabundo”, “A força de Xangô”, “Xica da Silva”, filme que a consagrou internacionalmente e pelo qual recebeu vários prêmios, “Tudo bem”, “Águia na cabeça”, “Quilombo”, “Jubiabá”, “Anjos da noite”, “Sonhos de menina-moça”, “Natal da Portela”, “Prisioneiro do Rio”, “El mestiço”, “Dias melhores virão”, “Tieta”, “O testamento do sr. Napumoceno” e “Orfeu”.
Em televisão, atuou nas novelas “Corpo a corpo”, “Pacto de sangue”, “A próxima vítima” e “Corpo dourado” e nas minisséries “Memorial de Maria Moura” e “Chiquinha Gonzaga”, da Rede Globo, nas novelas “Kananga do Japão” e “Xica da Silva”, e na minissérie “Mãe-de-santo”, da Rede Manchete.
Em 2000, lançou o CD “Divina saudade”, interpretando o repertório de Elizeth Cardoso, com arranjos e produção musical de Roberto Menescal e Flávio Mendes. Realizou show homônimo pelo Brasil, entre 2000 e 2002.
Em julho de 2002, apresentou o espetáculo no Canecão, no Rio de Janeiro.
Destacam-se, entre seus maiores sucessos como cantora, suas gravações de “Dores de amores” e “Magrelinha”, canções de Luiz Melodia, “Trocando em miúdos” (Chico Buarque e Francis Hime), “Prazer Zezé” (Rita Lee e Roberto de Carvalho), “Crioula” (Moraes Moreira) e “Senhora Liberdade” (Wilson Moreira e 

Nei Lopes).
Biografia: Dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira
22 de julho de 2011

Famoso como detetive Columbo, Peter Falk morre aos 83 anos
Ator, que interpretou personagem por mais de 30 anos, sofreu falência múltipla dos órgãos
O ator Peter Falk, astro da série “Columbo”, morreu na madrugada de sexta-feira (24 de junho) aos 83 anos em Beverly Hills, no estado da Califórnia, informaram seus familiares. De acordo com o advogado do ator, ele teve falência múltipla de órgãos e morreu
pacificamente. Sabe-se que Falk sofria de mal de Alzheimer e há alguns anos foi julgado mentalmente incapaz pela justiça norte-americana.
Falk nasceu em 16 de setembro de 1927 em Nova York, no seio de uma família judia, com pai russo e mãe tcheca. Aos três anos, um tumor maligno fez com que perdesse um olho. Após ter completado o mestrado em ciências políticas na Universidade de Siracusa e de ter trabalhado como cozinheiro, tentou em vão se integrar à agência americana de inteligência, a CIA. Frustrado, iniciou carreira como funcionário público do estado de Connecticut.
Deixou o cargo em 1957 por sua paixão, a comédia. Iniciou, então, seu trabalho como ator. Como muitos de sua geração, Falk começou no teatro, aperfeiçoando sua arte na escola, no teatro comunitário e em espetáculos off-Broadway. No final dos anos 1950 atuou em produções da Broadway e, pouco depois, passou para Hollywood.Não demorou muito para ele receber duas indicações ao Oscar de melhor ator coadjuvante, por “Assassinato S.A.” (1960) e “Dama por Um Dia” (1961), de Frank Capra, com Bette Davis.


Em 1971, 


conheceu o papel de sua vida: o detetive Columbo, com quem conviveu por mais de três décadas, na série e em filmes feitos para TV. O humor mordaz do personagem, seu eterno sobretudo bege, o Peugeot 403 e o charuto inseparável valeram a Peter Falk sucesso e fama. O olho de vidro do ator se tornaria a grande marca física de Columbo, na medida em que intensificava a imagem esdrúxula e desleixada do detetive.
O primeiro episódio de “Columbo” foi dirigido por ninguém menos que Steven Spielberg, na época com 25 anos. A última vez em que o ator interpretou o papel foi em 2003. Por conta do programa, Falk concorreu dez vezes ao Globo de Ouro, estatueta que ganhou em 1973, e venceu quatro prêmios Emmy, o Oscar da TV norte-americana.


No total, trabalhou em 60 filmes, principalmente os de seu amigo John Cassavetes, entre eles o célebre “Uma Mulher sob influência” (74). Em 1992, em “O Jogador”, de Robert Altman, desempenhou seu próprio papel. Outros filmes memoráveis foram “Assassinato por Morte”, “Deu a Louca no Mundo”, “A 
Princesa Prometida” e “Asas do Desejo”, dirigido pelo alemão Wim Wenders. Seu último trabalho no cinema foi em “American Cowslip”, de 2009, ao lado de Val Kilmer.
Há vários anos Peter Falk sofria de Alzheimer. O ator ficou sob a custódia de sua mulher em junho de 2009 depois que um juiz de Los Angeles o declarou incapaz devido a seu quadro de demência. A segunda esposa de Falk, Shera Danese, obteve a tutela do ator após seis meses de 



batalha legal com Catherine, sua filha adotiva.
Nas audiências, um dos médicos confirmou que ele padecia de demência avançada, não lembrava de seu passado como ator e nem reconhecia sua filha. Falk começou a dar sinais da doença em 2005 e seu estado piorou após se submeter a intervenções cirúrgicas em 2007 e 2008.
Peter Falk deixa sua mulher, Shera, com quem ficou casado por 34 anos, e duas filhas de um casamento anterior.
4 de julho de 2011
Há duas décadas, mais precisamente entre 1989 e 1990, ia ao ar pela Televisa, no México, o primeiro capítulo da novela infantil “Carrossel”.
A trama acompanhava a rotina do Colégio Mundial, administrado pelo Sr. Morales (Manuel Guízar) e mostrava as crianças descobrindo os prós e os contras da vida, em meio a confusões e travessuras. Tudo controlado pela marcante interpretação de Gabriela Rivero, que deu vida a doce e dedicada professora Helena.
Além de Helena, a trama eternizou vários de seus personagens, que são lembrados até hoje pelo público que acompanhou a história nos anos 90, como o menino alvo de preconceitos, Cirilo (Pedro Javier Viveros), que sofria nas mãos de Maria Joaquina (Ludwika Paleta), uma menina mimada, esnobe e rica, a gulosa e romântica Laura (Hilda Chávez), Kokimoto (Yoshiki Taquiguchi), que sempre estava com sua faixa de caratê amarrada na cabeça e os inteligentes Marcelina (Georgina Garcia) e Daniel (Abraham Pons).
Além deles, tinha o gordinho de grande coração, Jaime Palilo (Jorge Granillo), Carmem (Flor Eduarda Gurrola), que sofria com a separação de seus pais, o agressivo Mario (Gabriel Castañon), o judeu David (Joseph Birch) e sua namoradinha míope Valéria (Christel Klitbo), além do bagunceiro Paulo (Mauricio Armando)
O sucesso de “Carrossel”, adaptada da trama argentina “Jacinta Pichimahuida, la maestra que no se olvida”, exibida nos anos 70, levou a Televisa a produzir 375 capítulos e, em pouco tempo, o sucesso desembarcou em outros países. Foi o caso do Brasil, que passou a ter a trama transmitida pelo SBT em 1991. Na época, a emissora, que passava por um momento difícil em sua programação, pagou a quantia de US$ 300 mil pelos direitos da novela.
Sucesso no Brasil
E não demorou muito tempo para “Carrossel” cair no gosto do público brasileiro e elevar os índices do SBT no horário. Exibida na faixa das oito da noite, a emissora de Silvio Santos viu sua audiência média no horário subir dos 6 pontos para 21 em apenas três semanas de exibição. Enquanto isso, a Globo sofria com a concorrência. O “Jornal Nacional” desabou dos 54 pontos para 41 com a estreia da trama mexicana.
A telenovela mexicana infantil Carrossel foi sucesso no início dos anos 90. Comandados pela doce e meiga professora Helena, os alunos da escola Mundial se metiam em todo tipo de confusão. A história também abordava temas como preconceito e disparidades sociais, de maneira que as crianças compreendessem. A novelinha marcou uma geração. Veja como alguns personagens ficaram e relembre “toda a turma que é zero

Gabriela Rivero - Professora Helena
em comportamento”



Georgina Garcia - marcelina

Pedro Javier Viveros (Cirilo)

Ludwika Paleta (Maria Joaquina)

Hilda Chávez (Laura)

Crystel Klitbo (Valéria)

Joseph Birch (David)
27 de junho de 2011
Ator possui mais de 150 trabalhos na televisão, no teatro e no cinema
Um dos artistas mais consagrados do país, José Wilker, 63, está em um período de muitas comemorações. Celebrando seus 50 anos de carreira e com mais de 150 trabalhos na televisão, no teatro e no cinema, o ator está experimentando um novo desafio como diretor de um longa. Prestes a retornar a “Insensato Coração’’ (Globo),
na pele do mau-caráter Umberto, ele está comandando as filmagens de “Giovanni Improtta’’, filme que traz de volta o personagem que ele viveu em “Senhora do Destino’’ (2004), de Aguinaldo Silva, e que o tornou ainda mais popular, sobretudo por seus divertidos trocadilhos e pela expressão “felomenal’’, que caiu na boca do povo. “Ele vai continuar sendo aquele desastre [risos]. Mas os objetivos mudaram. Na novela, ele queria se casar com a Maria do Carmo [Susana Vieira]. Agora, ele deseja ser aceito pela sociedade do Rio, cidade tão cheia de contradições quanto ele. É esse olhar que pretendo mostrar com o filme’’, revela Wilker. Consciente de sua importância no universo artístico nacional, o ator opta pela humildade quando o assunto é seu extenso currículo de
personagens memoráveis, como o Vadinho, de “Dona Flor e Seus Dois Maridos’’ (1976), o Roque Santeiro, da novela homônima de 1985, e o Zeca Diabo, de “O Bem Amado’’ (2010).”O meu balanço [da carreira] é positivo, porque eu posso contar nos dedos o que eu fiz que me desagradou. E eu nego que tenha feito 
[risos]. Mesmo assim, o verbo que eu conjugo sempre é o duvidar… Dos meus limites, da minha capacidade, do fato de eu ser ou não eficiente. O tempo todo procuro me 



reinformar, me reeducar, me reciclar’’, diz. Ainda que pontue mais acertos do que erros, José Wilker defende que as falhas fizeram dele um profissional melhor. “O normal na vida do artista é o fracasso. O êxito é um 
acidente. Acho que o desastre faz parte do aprendizado. Você se aprimora’’, defende. Apesar de já ter dirigido produções na TV e nos palcos, aventurar-se no comando de um longa-metragem, ele confessa, deu um frio na barriga. “Eu estudo para trabalhar com cinema desde os meus 14 anos. Posso até não ter aprendido, mas estudei [risos]. Meu lado de ator, porém, sempre foi mais solicitado em todas as áreas. No cinema, eu havia sido chamado para ser diretor, mas fiquei amedrontado, pois é algo feito para a eternidade. Daí, de uns cinco anos para cá, fui perdendo o pânico e ganhando descaramento.’’
Em todas as frentes - Após uma rápida participação no início de “Insensato Coração’’, Wilker deve voltar à trama para colocar mais fogo no folhetim. Isso porque, depois da morte de Irene (Fernanda Paes Leme), Raul (Antonio Fagundes) ficará sabendo que o irmão era o pai verdadeiro da moça e que ele manteve contato com Léo (Gabriel Braga Nunes) durante todo o tempo. E pior: que esteve por trás do golpe da barriga que a jovem tentou aplicar em Pedro (Eriberto Leão). No fim, o malvado estará ligado à raiz do crime. “Essa novela é sobre conflitos familiares, e os irmãos Léo e Pedro espelham essa questão, que vem da geração anterior. Ética versus amoralidade’’, justifica o autor Ricardo Linhares. Incansável, o ator está cotado também para estrelar “Fina Estampa’’, próxima a ocupar o horário nobre da Globo. Além dos projetos no cinema e no teatro. “Sempre trabalhei em várias áreas ao mesmo tempo. Não sei como consigo nem se eu deveria. Sou o preguiçoso que mais trabalha [risos]“.
24 de maio de 2011
Sonho Meu – TV Globo 1993, imagem boa – Coleção com 18 DVDs
Sonho Meu foi uma telenovela brasileira produzida e exibida às 18 horas pela Rede Globo entre 27 de setembro de 1993 a 14 de maio de 1994
. Escrita por Marcílio Moraes, Margareth Boury, e Maria Adelaide Amaral, foi baseada em obras de Teixeira Filho e teve supervisão de texto de Lauro César Muniz. Foi dirigida por Reynaldo Boury, Roberto Naar, e Marcelo Travesso com direção geral foi de Reynaldo Boury.
A novela apresentou Leonardo Vieira, Patrícia França, Carolina Pavanelli, Elias Gleizer,
Beatriz Segall, Walmor Chagas, Fábio Assunção, Nívea Maria, José de Abreu e Isabela Garcia nos papeis principais, e se passava em Curitiba, capital do estado do Paraná.
Sinopse
Cláudia (Patrícia França), ao fugir do ex-marido, o violento Geraldo (José de Abreu), perde a posse da filha, Maria Carolina (Carolina Pavanelli), que fica sob a guarda da tia impaciente, Elisa (Nívea Maria), que mantém a menina num orfanato. Maria Carolina acaba por fugir do orfanato e esconder-se na pequena vila de Jardim das Flores, e entre brincadeiras com amiguinhos da vila esconde-se na casa do Sr. Mazurgsky, o Tio Zé (Elias Gleizer), um velhinho bondoso que se encanta com a garotinha,
que ele chama carinhosamente de “Laleska”.
Enquanto isso, Cláudia se vê envolvida por dois irmãos que a disputam: o jovem médico Jorge (Fábio Assunção), que comanda os negócios da rica família Candeias de Sá, e Lucas (Leonardo Vieira), um mauricinho, que ganha o coração da moça. Paula (Beatriz Segall), a avó e grande matriarca, vê Cláudia como uma ameaça à paz em seu lar, ao se deparar com os desentendimentos dos dois netos. Ao se casar com Lucas, por quem é apaixonada, Cláudia tenta proteger a filha, mas é acusada de bigamia, e ainda tem que enfrentar a fúria de Jorge, que revela-se um homem neurótico e perigoso.

Carolina

Cecilia

Claudia

Elisa

Fiapo

Fontana

Francisca

Geraldo

Giacomo

Gilda

Guerra

Jorge

Lucas

Lucia

Magnólia

Marcia

Mariana

Paula

Tioze

Willian

Elenco
- Patrícia França – Cláudia Lins
- Leonardo Vieira – Lucas Candeias de Sá
- Carolina Pavanelli – Maria Carolina ‘Laleska’
- Elias Gleizer – Tio Zé “Mazurgski”
- Fábio Assunção – Jorge Candeias de Sá
- Isabela Garcia – Lúcia Guerra
- Eri Johnson – Giácomo Madureira (Jayme)
- Beatriz Segall – Paula Candeias de Sá
- José de Abreu – Geraldo Vieira
- Nívea Maria – Elisa
- Walmor Chagas – Dr. Afrânio Guerra
- Yoná Magalhães – Magnólia
- Carlos Alberto – Fiapo
- Mauro Mendonça – Carlos
- Débora Duarte – Mariana
- Daniela Camargo – Francisca
- Flávio Galvão – Dr. João Fontana
- Françoise Forton – Gilda
- Gisela Reimann – Alice
- Cristina Mullins – Márcia
- Jayme Periard – William
- Priscila Camargo – Polaca
- Míriam Pires – Cecília
- Eduardo Caldas – Chico
- Monique Lafond – Maitê
- Flávia Alessandra – Inês
- Carlos Kroeber – Varela
- Ângelo Paes Leme – Santiago
- Karina Mello – Marília
- Cláudia Magno – Josefina
- Jorge Cherques – Bóris
- Tânia Loureiro – Miriam
- Alexandre Lippiani – Luís Ortega
- Bernadete Lys – Júlia
- Beta Madruga – Taboinha
- Carmem Caroline – Ximena
- Cláudia Scher – Aída
- Ruthinéa de Moraes – Alcinéia
- Fabiano Miranda – Trigo
- Haydée Miranda - ?
- Hélio Ribeiro – Juarez
- Gilson Moura – Cidão
- José Augusto Branco - ?
- Lina Fróes – Rosa
- Luíza Curvo – Aninha
- Maria Thompson – Clara
- Mariane Egbert – Irene
- Mauro Gorini – Feriado
- Naura Schneider – Helena
- Sérgio Fonta – Cunha
- Nedira Campos – Ângela
- Newton Martins – Mercadoria
- Renata Castro Barbosa – Carla
- Renato Pinheiro – Cacá
- Sérgio Mannarino – Carlos Alberto
- Paulo César Grande – Augusto (participação especial)
- Larissa Queiroz – Bruna
- Cleyde Blota – mãe de Luís Ortega (participação especial)

18 de abril de 2011
Pecado Capital – 1998 – Capítulos avulso da novela, cor, imagem boa – 9 DVDs
Pecado Capital foi uma telenovela brasileira produzida e exibida, pela segunda vez, no horário das 18 horas, pela Rede Globo, entre 5 de outubro de 1998 e 8 de maio de 1999,
Foi escrita originalmente por Janete Clair e reescrita por Glória Perez, sendo dirigida por Wolf Maya, Maurício Farias, Fabrício Mamberti e Vicente Barcellos.
Apresentava Francisco Cuoco, Carolina Ferraz, Eduardo Moscovis e Cássia Kiss nos papeis centrais da trama.
Trama
Pecado capital traz José Carlos Moreno, chamado Carlão, um taxista morador do subúrbio carioca de Marechal Hermes. Logo no primeiro capítulo, acontece um grande e audacioso assalto a banco, e os ladrões, em fuga, embarcam no carro de Carlão. Só que a mala cheia de dinheiro é esquecida no veículo. O taxista, então, vê ali a possibilidade de ascender socialmente, podendo enfim casar-se com a noiva, Lucinha, operária numa fábrica de roupas. Graças à beleza de Lucinha, as brigas entre os dois, por causa de ciúme do taxista, são frequentes. Lucinha conhece, então, na fábrica, o publicitário Nélio Porto Rico, que a convida a ser modelo. Pensando na possibilidade de crescer na vida, ela aceita. Enquanto isso, Carlão faz segredo quanto a estar com o fruto do assalto ao banco. A opção de Lucinha pela carreira de modelo leva-a a romper com Carlão e com o pai, Orestes, pela intolerância destes.
Enquanto isso, Eunice, uma dona de casa de classe média, infeliz no casamento, sofre com o repúdio do marido, Ricardo, e com a consciência pesada. Ela esteve no assalto, do qual participou convencida pelo amante, Miguel, e foi quem esqueceu o dinheiro com Carlão. Miguel é assassinado após uma discussão com Eunice por causa do dinheiro e ela é tida como a principal suspeita, embora seja inocente. Vai, então, pedir ajuda ao marido para sair da enrascada, e ele a obriga a ir passar uns tempos nos Estados Unidos, longe do filho, Paulo Roberto. E a suburbana Lucinha é escolhida como principal modelo das Confecções Centauro, onde antes trabalhava. Desperta o interesse do adormecido coração de Salviano Lisboa, um milionário viúvo que, apesar de ter seis filhos -
Vitória, Vilma, Vicente, Virgílio, Vinícius e Valter – e viver cercado por uma cambada de bajuladores, sente muita solidão. O início do namoro entre Salviano e Lucinha desperta em Carlão um grande ódio, e ele lança mão do dinheiro, que planejava devolver, para ascender socialmente – para ele, Lucinha deseja isto:fortuna e posição.
Eunice volta ao Brasil e, cumprindo suas ameaças, cheias de rancor, Ricardo a denuncia e ela é presa. Ao ficar sabendo da situação da mulher, Carlão sente a consciência pesar e começa a ajudá-la. Penalizado, sabendo que, se tivesse entregue o dinheiro, a situação de Eunice seria outra, Carlão se casa com ela,
mesmo apaixonado por Lucinha, que passa a enfrentar, a cada dia que passa, maior oposição dos filhos de Salviano. Carlão e Eunice vivem um casamento infeliz. Ela, verdadeiramente apaixonada, sofre com o amor do marido por outra, que não o quer;ele, por estar casado por piedade e medo de que ela, já o tendo reconhecido como o taxista do caso, o denuncie.
Ao longo da trama, Carlão vai se afundando mais e mais, graças à ambição e ao desejo de reconquistar Lucinha. No final, quando resolve deixar o dinheiro(dois milhões de reais)numa estação do metrô e fazer uma denúncia anônima às autoridades, Carlão termina assassinado no local por Tonho Alicate, um mau-caráter com quem havia se envolvido em negócios escusos.
Elenco
conforme ordem da abertura da novela
|
Ator
|
Personagem
|
| Francisco Cuoco |
Salviano Lisboa |
| Carolina Ferraz |
Lucinha (Maria Lúcia Batista) / Lucy Jordan |
| Eduardo Moscovis |
José Carlos Moreno (Carlão) |
| Cássia Kiss |
Eunice Freitas |
| Vera Fischer |
Laura Meideiros Lisboa |
| Paloma Duarte |
Vilma Lisboa (Vilminha) |
| Alexandre Borges |
Nélio Porto Rico |
| Marcos Winter |
Virgílio Lisboa |
| Leandra Leal |
Clarelis Batista |
| Eri Johnson |
Tenorinho / Marcelo |
| Pedro Paulo Rangel |
Clóvis Tenório |
| Thaís de Campos |
Vitória Lisboa |
| Cláudia Liz |
Gigi |
| Floriano Peixoto |
Ernani |
| Camila Pitanga |
Ritinha |
| Roberto Bonfim |
Raimundo |
| Thiago Lacerda |
Vicente Lisboa |
| Íris Bruzzi |
Otília |
| Suely Franco |
Djanira |
| Jackson Antunes |
Marciano |
| Tato Gabus Mendes |
Valdir |
| Zilka Salaberry |
Bá |
| André Valli |
Orestes |
| Patrick de Oliveira |
Paulo Roberto |
| Denise Milfont |
Elizeth |
| Antônio Pompeo |
Percival |
| Darlene Glória |
Aurora |
| Mara Manzan |
Alzira |
| Oswaldo Loureiro |
Boca |
| Juliana Silveira |
Dagmar |
| Guilherme Karan |
Jurandir |
| Jiddu Pinheiro |
Valter Lisboa |
| Walther Verve |
Roger |
| Renato Rabello |
Escorel |
| Ana Furtado |
Deinha |
| Malu Valle |
Verinha |
| Aracy Cardoso |
Cibele |
| Henri Castelli |
Lobato |
| Duda Ribeiro |
Tatú |
| Ana Paula Guimarães |
Elba |
| Clara Garcia |
Rafa |
| Pia Manfroni |
Creusa |
| Vanessa Dantas |
Micaela |
| Matheus Petinatti |
Jominho |
| Ricardo Martins |
Bruno |
| Íris Nascimento |
Fafá |
Participação Especial
|
Ator
|
Personagem
|
| Betty Lago |
Mila |
| Luís Melo |
Ricardo |
| Marco Ricca |
Miguel |
| Lima Duarte |
Tonho Alicate |
As crianças
|
Ator
|
Personagem
|
| Luã Ubacker |
Rubinho |
| Luíz Cláudio Jr. |
Nandinho |
| Diego Codazzi |
Pastel |
Elenco de apoio
|
Ator
|
Personagem
|
| Marcelo Serrado |
Vinícius Lisboa |
| Ilka Soares |
Hortência |
| Java Mayan |
Pepe |
| Vera Fischer |
Laura |
| Lima Duarte |
Tonho Alicate |
| Betty Faria |
trocadora do ônibus |
| Xuxa Meneghel |
Ela mesma |
| Othon Bastos |
Sandoval |
| Mário Lago |
Dr. Amatto |
| Jonas Bloch |
Altino |
| Emiliano Queiroz |
Quidoca |
| Chico Diaz |
Delegado Arruda |
| Caco Ciocler |
Rodrigo |
| Lizandra Souto |
Ela mesma |
| Marcelo Alberto |
Carteiro |
| Elke Maravilha |
Ela mesma |





15 de março de 2011
Corazón Salvaje em português (Coração Selvagem) foi uma telenovela mexicana produzida pela Televisa por José Rendón, em 1993. Foi a terceira adaptação para a televisão por Mary Zarattini da clássica história original de Caridad Bravo Adams, o coração do lendário selvagens sobre o amor entre Mônica e Juan del Diablo. Tendo como protagonistas Edith González, Eduardo Palomo, Ana Colchero e Ariel López Padilla é a mais bem sucedida e lembrada das três versões produzidas no México. A história tem lugar na Martinica em 1903 e descreve a vida no mar do Caribe, a partir de um menino que cresce para ser um pirata, enquanto seu meio irmão vai estudar na França, e as duas irmãs que se apaixonam por ele. Com a adaptação foi modificada para o porto de Veracruz no México. O falecido ator Eduardo Palomo desempenhou as funções de Francisco Alcázar e seu filho adulto, “Juan del Diablo”. Enrique Lizalde, que desempenhou o papel de “Juan del Diablo” na versão de 1966, desempenhou o papel de Noel nessa produção.
Corazón salvaje se tornou uma das maiores telenovelas da história, além de ganhar o prêmio “TVyNovelas” como a melhor telenovela de 1994, que deu a volta ao mundo se tornando uma das mais vendidas pela Televisa. Sinopse Francisco Alcazar y Valle e é um importante e rico homem que possui uma fazenda de cana de açúcar, casado com uma mulher forte e sem compaixão, Sofia Alcazar y Valle, com quem tem um filho, Andrés Alcázar y Valle, por sua perpetuamente consentido por sua mãe. Dona Sofia, é uma mulher de caráter forte, muito severa, e distinto, ela épriam do respetido Condes de Altamira. Francisco teve um affair com uma mulher casada que era maltratada por seu marido antes de casar com Sofia. A mulher ficou grávida e morreu quando a criança tinha três anos. O menino, um filho ilegítimo, é na verdade seu primogênito. Quando a mulher fica grávida, seu marido se recusar a deixá-la ir, não permite que Francisco saiba que o filho é dele, e tampouco o reconhecem como sendo dele. Então o menino, chamadoJuan, crece sendo conhecido como Juan del Diablo, porque não têm sobrenome. A mãe de Juan finalmente morre de vergonha e pelos maus-tratos que ela tinha recebido de seu marido e o menino acaba crecendo sem amor e educação, em situação de pobreza e abandono. Como um adolescente, o marido da sua mãe morre e então Francisco Alcázar, que quando acaba de saber da existência dessa criança, esconder esse fato de todos, convida-o para morar em sua fazenda com sua família, alegando que ele será um colega para seu filho André. Sofia descobre a verdade e tenta se livrar de Juan, mas Francisco se opõe. Francisco sofre um acidente, quando montava um cavalo, justamente quando iria reconhecer legalmente Juan como seu filho, como havia planejado. Francisco, no entanto deixou uma carta com as suas intenções para seu amigo e advogado Noel Mancera. Sofia intercepta a carta e esconde. Em seu leito de morte, Francisco manda chamar seu filho Andrés, que é apenas uma criança, e dizer a verdade, pede-lhe para cuidar de seu irmão Juan como ele faria. Após a sua morte, Sofia manda embora Juan sem dizer nada a Andrés, que perde muito. Quinze anos mais tarde e Juan é um homem que viveu entre os marinheiros e piratas no porto, para ganhar uma reputação duvidosa com os negócios do contrabando sujo, para ganhar os seus combates e ser educado e justo com seus homens, com o qual que ele é recompensado com uma fidelidade sem limite. É também um mulherengo, mas ninguém tem roubado o seu coração. Ele sabe quem era seu pai, porque o advogado Noel Mancera disse isso, ele se tornou o seu melhor amigo e o único que lhe deu alguma educação. Noel Mancera ofereceu seu sobrenome, mas Juan se recusa porque ele não precisa disso para os seus negócios. Por outra parte tem , Aimeé e Mônica que são as duas jovens adoráveis filhas do falecido Conde de Altamira. Elas sempre foram, altamente respeitadaa na alta sociedade, mas a família de Altamira está em falência, os seus únicos bens são apenas a mansão onde vivem, o nome da família, a sua beleza, e a promessa de futuro com casamento entre, Mônica e Andrés Alcazar. Infelizmente, Mônica, que é extremamente reservada e cautelosa, não escrever
para Andrés, que esquece o seu compromisso. Quando ele está em Cidade do México, conhece a irmã de Mônica, Aimeé. Aimeé é bonita, mas muito devassa e egoísta. Mostra interesse em Andrés, quem mais do que provavelmente, é rico e tem influência e poder. Andrés cai completamente de amores por Aimeé, fato que diz a sua mãe quando ele vai visitá-la. Sofia volta para casa para informar a Condesa Catalina, a sua prima e mãe de Mônica e Aimeé, os sentimentos de seu filho. Quando Catalina descobre que a sua filha foi rejeitada fica consternarda, sabendo que isso poderia significar a ruína de sua família. Quando ela soube que Andrés na verdade ama sua outra filha Aimeé, fica horrorizada com o pensamento de como ficará ao parti o coração de Mônica, mas aceita o novo compromisso. Quando Mônica descobre os sentimentos de André, fica destroçada, que é o casamento que sempre sonhou, para o qual ela foi educada, e era apaixonada por Andrés. Ela fica doente, mas depois da recuperação, ela decidi entrar para o convento e tomar os hábitos locais. Diz a todos que se sentem aliviada que Andrés quebrou o seu compromisso e passa a fingir que sempre teve uma vocação religiosa.
Aimeé então retorna com sua mãe. Um dia, enquanto passeia na praia, e descobre e espiona um homem que está tomando banho em uma casa na praia. Este é Juan del Diablo, Aimeé, embora ela não o conheça nem o seu passado, nem sabe que ele é o filho de Dom Francisco de Alcazar y Valle. Ela o observou a partir de uma distância, mas Juan percebe sua presença. Nos dias subseqüentes, Aimeé retorna várias vezes para espiar Juan. Ele decide armar uma armadilha e enquanto ela está escondida esperando por ele. Assim que se conhecem eles tem um breveromance e se apaixonam. Embora Aimeé mantendo affair com Juan, um dia Andrés volta para a aldeia. Com a aprovação da sua mãe, e da mãe de Aimeé, ele pede sua mão em
casamento algo que ela aceita, apesar de seu relacionamento com Juan. Por outro lado, Juan começa a pensar que talvez quer se casar com Aimeé, e um dia lhe pergunta se ele fosse rico, ela iria casar com ele, ela responde: “Se fosse, por que não?”. Com essa pequena esperança Juan decide fazer uma viagem de dois meses, a sua última viagem, para acumular uma fortuna e ser apresentado à família de Aimeé como um bom futuro marido. Seu mentor, o advogado Noel Mancera, oferece-se para dar o seu sobrenome, quando descobre que Juan está apaixonado por uma mulher, desconhecendo que a moça de que Juan está sente amor é a Condessa Aimeé de Altamira. Juan parte e Aimeeé promete esperar e casar com ele, apesar de já estar comprometida com Andrés. Depois de várias semanas, rumores estão começando a chegar de que essa Juan del Diablo, foi detido em sua viagem e condenado a 10 anos de trabalho forçados. Face a esta notícia, Aimeé continua com o seu compromisso com Andrés, e o casamento se realiza. Juan chega à cidade, sem saber, no dia do casamento de Aimeé e Andrés. Apenas no dia seguinte, quando se reúne com Noel Mancera, ouve sobre o casamento de Aimeé. Então, imediatamente parte para a fazenda de Andrés, chamada “Campo Real”, para confrontar e levar Aimeé para forçá-la a cumprir sua promessa. Andrés, que nada sabe do seu parentesco com Juan e da aventura que ele teve com sua esposa, mas de quem ele se lembra da infância, decida emprega-lo como o novo administrador de Campo Real, a sua fazenda. Entretanto, Mõnica abandona o convento e encontra-se com sua família na fazenda dos Alcázar y Valle. Preocupada com os trabalhadores de vida miserável e suas famílias, defendendo com unhas e dentes Andrés apesar de ter rompido o noivado, ela começa a ser chamada de “Santa Mônica” por Juan, mas ela e sua mãe acabam descobrindo o romance que ele viveu com Aimeé. Apesar de Mõnica não se tornará uma freira, Andrés pretende reparar sua ofensa casando-a com seu amigo Alberto de la Serna, enquanto ele se entera de que Juan é realmente o seu irmão e que ele tinha um caso indecente com a senhorita que está na casa. Andrés imediatamente pensa que se trata de Mônica, que é incapaz de imaginar a verdade: que a mulher que falam Juan e sua empregada Azucena era realmente sua mulher, Aimeé. Devido a esse equívoco, Mônica é obrigada á casar imediatamente. Ela aceita para proteger André e sua irmã da vergonha, o escândalo e suas consequências, mas se recusa a casar com Alberto. Noel Mancera disse-lhe sobre a nobreza e generosidade de Juan, que chegou a ver a si própria pelo seu comportamento tanto consigo e com os camponeses, e por isso propôs a sua mãe se casar com Juan em vez de Alberto. Afinal, é também um Alcázar y Valle e será para sempre separado de Aimeé. Para a surpresa de Andrés, o choque e forte oposição de Aimeé e contra todas as probabilidades, Juan concorda em casar com Mônica. Sendo já um Juan Alcazar y Valle contrae matrimonio com a Condessa Mõnica de Altamira.
Aí a história começa em um dos romances mais apaixonados. Juan e Mônica, apesar de casados por outros interesses se apaixonam, mas o caminho não será fácil de alcançar o “e viveram felizes para sempre.” Apesar de estarem casados, não se conhecem, eles não sabem muito se querem um ao outro ou só se respeitam, por isso que Juan, que não tem certeza do amor de Mônica tenta descobrir o que ela sente por ele, porque não saber se ela ainda ama Andrés, deixando um vislumbre do que a pouco e pouco, tal como ela, ele vai se apaixonando sem perceber. Ela sempre negou querer Andrés, e em uma conversa em que ambos confessam suas vidas e anseios, Mônica declara seu amor por Juan, que quer acreditar nela, porque ele já demonstra não estar mais interessada em Aimée. Mas Aimeé, quem não está contente por ter perdido a Juan para sua irmã, prepara um jogo escondendo um retrato de Andrés onde Mônica declarava o seu amor dentro da roupa que deixou a sua casa da mãe, enviando-lhes para a casa de Juan. Quando ele encontra, sente muita raiva e pede explicação a Mônica, mas seu marido é tão ciumento e bravo, que é inútil a chorar e mas ela se recusa a explicar, ele então vai para a cantina do Tuerto e apenas a intervenção do Sr. Noel o faz voltar para casa e pedir perdão de Mônica dizendo que ela é a única que o deixa louco, e que deixaria matarse por ela. Passam dias muito felizes, e muito apaixonado, até que Juan tem que partir por conta dos seus negócios. sabendo a sua ausência, o chefe da prisão Espíndola, e seu amigo Guadalupe Cagigas, dono do prostíbulo onde havia estuprado Azucena, preparam uma armadilha para acusá-lo de contrabando de armas e homicídio. Após o seu regresso Juan foi preso em sua casa juntamente com Tuerto e Noel, que foi libertado pouco tempo depois. Espíndola não deixa que Mônica veja Juan, mas permite Aimée em troca de uma promessa seus favores amorosos, e sua pobre mulher tem de vestir-se de freira em visita a Juan no pretexto de fazer trabalhos caridade. Enquanto isso, Dona Sofia, consciente do amor que teve sua nora Aimeé e Juan, traça um plano com o seu amigo Alberto de la Serna para se livrar de Juan e Aimeé: dizer a ela que eles vão escapar juntos, e a ele que fugirá com Mônica, para matar sua nora a e Juan fingindo um acidente.
Como Juan não confia na Sra. Sofia decidi antecipadamente sua fuga um dia, mas conta que Aimée tenha ido para a prisão e que Espíndola quer cobrar a promessa tederam Juan. Ao ouvir, Juan agride Espíndola, e é ferindo com gravidade, de modo que a Tuerto atira e mata o chefe de prisão. Assim conseguem fugir, mas como Juan está muito ferido, o levam para a cabana do curandeiro Tehua, onde também esconde Aimeé. Entre Dona Sofia, Alberto de la Serna, e Guadalupe Cagigas fazem correr rumores que dizem que Juan e Aimeé escaparam juntos no barco de Cajigas, que fazem explodir para fingir que morreram mesmo. Opotunamente o juiz, em San Pedro retira e é substitui por Marcelo Romero Vargas, que vem acompanhado por sua cunhada Amanda, viúva do seu irmão e da filha desta, Mariana. Logo não demora para que saibam que Marian não é filha do marido de Amanda, mas de Neol Mancera. Romero Vargas, que tem um senso de justiça, assume o caso de Juan, apesar de estar tramitando o processo de certidão de óbito. Noel descobrir que as armas encontradas na caravela de Juan não são provenientes do contrabando, mas uma apreensão anterior de um outro prisioneiro morto que estava na prisão e que foi réu apenas antes de Juan. Mõnica, destruída pela dor e luto, como todos acredita que Juan e sua irmã tinham morrido, mas vários dias mais tarde por uma palavra de Azucena, descobre que Juan pode estar vivo e decide vender a casa e o barco para fazê-lo voltar. Finalmente alugou a casa para o novo juiz, voltando para a casa de sua mãe, e apresenta os documentos do navio para que Andrés venda. Ele comprar para se disfazer dele entrega para o Batista, o seu capataz, que afunda o navio.
Mônica, que não se cabe em si de tanta alegria ao ver Juan, ela cuida de suas feridas, o faz descansar e proponhe fugir juntos, mas Juan, apesar do que mais desejaria no mundo é não ter que separar mas dela, se nega porque não quer fugir da vida toda, nem da justiça, porque ele é inocente, ou de André, que agora acredita que ele fugiu com a sua esposa e agora pode querer vingança. Quando Juan reapareceu na missa diante de toda o povoado, Andrés o desafia para um duelo e quando isso ocorre, Andrés estava tão bêbado que falha por duas vezes, mas Juan vai perdoar ferindo em uma das suas mão e mais do que nunca no orgulho. Como é bem sabido que Juan e Aimeé não morreu, foi resolvido que Aimeé foi levada a força pelos homens de Juan, para que ela possa voltar com Andrés, mas continua pendente a morte de Espíndola como Tuerto o matou para salvar a vida de Juan, não pode mas ter culpa e pedir auto-defesa. Como Mônica disse que não podia suportar a vê-lo na prisão e menos para proteger outro, Juan decide que o melhor será se afastar dela até que fique provado que ele é inocente, ele vai para uma fazenda abandonada, e quando Mônica o procurará para contar que era incapaz de recuperar o barco que afundou, ele a faz acreditar que o barco era mais importante que ela, e encontra uma desculpa para ela ficar longe dele. Entretanto, André sabe que Aimeé era o amante de Juan e apenas a mantém em casa à espera de um filho, mas Aimée sofre um aborto, e para esconder a situação, ela decide sair á cavalo e fingir que caiu. Bautista, para se vingar os seus patrões, coloca uma pedra embaixo da cela, e enquanto Aimeé galope, se esncontra com Mônica, estão falando de Juan sobre o barco, o cavalo se irrita Mônica acredita que é sua culpa, e Aimée cai nas rochas. Gravemente ferida, levou para sua casa, onde ela morre, mas não antes, de aproveitar o sentimento de culpa de sua irmã, fazer Mônica prometer que nunca masi voltará para Juan. Andrés, desesperado e especialmente viúvo, decidiu que estava errado e quer se casar com Mônica, e para conseguir isso basta apenas retirar o sobrenome Juan. Assim, o casamento seria anulado, pois Juan Alcazar y Valle deixa de existir.
Por outro lado, Juan se entrega a justiça para esclarecer todos os fatos. Aproveitando a situação e destroçada pela morte da sua filha Aimeé, Dona Catalina vender sua casa para Juan, mas sem Mônica saber que ele compra, para forçá-la não ter para onde ir e, e ir com ela para a capital para a casa de sua tia Amalia. Quando João sai da prisão três meses mais tarde, indo para a capital para buscar sua esposa, mas a prima é de que lhe diz que Mônica não quer vê-lo. Desolado, volta a San Pedro embora é Andrés que, a visita propriamente. Dona Catalina vê com bons olhos que Andrés quer casar-se com Mônica e tenta convencê-la a aceitar, mas regressão a
San Pedro, onde caminhando através do mercado, com André e sua prima Dolores, encontrou-se novamente com Juan, que deseja falar com ela e explicar tudo, mas ela não sento força para continuar sofremdo e declínia a falar com ele. Então Juan vai a noite na casa de Andrés, para tentar entrar no quarto onde Monica dorme com sua prima, pronto para obrigá-la a ouvir mesmo que ela implore para ele ir. Saindo do quarto e lá surpresos Andrés e Bautista. Começa uma briga os entre os irmãos, Bautista dipara contra Juan para proteger Andrés, mas Mônica se interpõe e fica ferida em um braço. Determinada a não suportar mais de dois irmãos, a tenham como moeda de troca, ela alugar um quarto e passa a viver sozinha, mesmo com a oposição de todos. Além disso, como Dona Sofia não quer que seu filho se casa com Mônica, em seguida, culpou sua primo Catalina, e suas filhas por todas as suas desgraças, ela conspira para Mônica volte para seu marido Juan. Vem à luz novamente a carta que Francisco escreveu reconhecendo Juan, que está na posse de Guadalupe Cagigas sem que este se desse conta, não percebendo, foi roubado por Batista, que, por sua vez, tinha roubado de Dona Sofia. Portanto, Sofia e Alberto novamente armam um plano para atacar e roubar a carta de Batista, que acreditavam estar com ele, mas Juan pensa o mesmo e embora ele saiba que só vai encontrar o envelope, e pensa que será suficiente para provar a existência da carta para o juiz Romero Vargas. Quando o Batista é espancado e registada pelos mercenários de Alberto, o envelope não aparece, algo que desaponta muito a Sofia, porque ele se escondeu no chapéu. Juan acredita que foram atrasados, mas o chapéu está com Tuerto incoincidentemente acaba aparecendo sobre ele. Uma noite Andrés, bêbado e ansioso por vingança, entra no quarto de Mõnica e tenta possuí-la a forças, dizendo que, se Juan teve Aimeé, ele é também tem direito sobre Mônica, mas as suplicas delas fazem ele ver o que estava prestes a fazer e vai embora. Ela não conta com receio de que, desta vez Juan mate Andrés. Juan continua a insistindo com Mônica que o quer tanto quanto ele a quer, ainda pretende visitar ela e à noite no seu quarto. A doan da
pensão está reclamando que não é digno Mônica receber visita de homens em horário inapropriado. Andrés se interpõe ante Juan com mentiras, dizendo que ela é sua. Mas Juan, que já recuperou o seu sobrenome graças à carta e ao juiz Romero Vargas, leva Mônica para a casa, que era de Dona Catalina. Juan descobre que Mônica está esperando um filho, mas ele diz que não se importaria ser for de Andrés. Ao ouvir isso, s pobre Mônica desmaia com a má impressão, porque Juan já sabia e que do foi capaz Andrés e acreditou. Finalmente, Andrés envia convite Juan ir á sua casa e, enquanto os dois estavam ali acontece um terremoto que desabou a casa sobre suas cabeças. Andrés está preso sob os escombros e Juan, comovido, salva sua vida apesar de tudo, antes de correr de volta para sua casa em ruínas descobre que Mônica desapareceu. Desesperado, buscando incansavelmente por dois dias entre os mortos e feridos, até que ela finalmente aparece na casa de Tehua. Ele segue para lá e sofre uma emboscada, de Batista e os seus homens para matá-lo, mas se joga na água, onde Batista pensa que ele morreu, e Mônica, que o viu, pula atrás dele para finalmente, reunir-se. Andreés, feridos pelo terramoto, ciente de que Juan salvou sua vida,
apesar de tudo, reconsidera:faz a mãe saber que ele não quer saber dela de novo, porque ela tem de suas intrigas só destruiu sua vida, e com raiva ele mata Batista quando este pretende asfixiar Dona Sofia. Quando ele sabe que Juan está em casa, Andrés vai até lá decidido para esclarecer que nunca abusou de Mônica, pedindo perdão por tudo e dizer adeus a seu irmão. Finalmente, Juan e Mônica puderam viver felizes.
Elenco
- Edith González – Condesa Mónica de Altamira de Alcazar y Valle
- Eduardo Palomo – Juan “del Diablo” Alcazar y Valle
- Ana Colchero – Condesa Aimeé de Altamira de Alcazar y Valle
- Ariel López Padilla – Andrés Alcázar y Valle
- Enrique Lizalde – Noel Mancera
- Claudia Islas – Sofía de Alcazar y Valle
- Arsenio Campos – Alberto de la Serna
- Luz María Aguilar – Catalina Vda. de Altamira
- Ernesto Yáñez – Bautista
- Yolanda Ventura – Azucena
- Javier Ruán – Guadalupe Cajiga
- César Évora – Marcelo Romero
- Isaura Espinoza – Amanda
- Verónica Merchant – Mariana
- Olivia Cairo – Juanita
- Emilio Cortés – Zerafin
- Ana Laura Espinosa – Lupe
- Gerardo Hemmer – Joaquín
- Jaime Lozano – Segundo
- Adalberto Parra – Capitão Espíndola
- Alejandro Rábago – Pedro
- Gonzalo Sánchez – Facundo Gómez “El Tuerto”
- Mónika Sánchez – Rosa
- Indra Zuno – Meche
- Antonia Marcin – Dolores
- Julio Monterde – Fray Domingo
- Queta Lavat – Madre Superiora
- Arturo Paulet – Juiz Mondragón
- Joana Brito – Ana
- Maribel Palmer – Teresa
- Queta Carrasco – Doña Prudencia
- María Dolores Oliva – Tehua
- Juan Antonio Llanes – Juez Esperón
- Conchita Márquez – Sor Juliana
- Geraldine Bazán
- Julián de Tavira – Juan (menino)
- Christian Ruiz – Andrés (menino)
12 de janeiro de 2011
No dia do show de Roberto Carlos em Copacabana, lembramos os momentos mais marcantes dos especiais de Natal do Rei
RIO – Tão tradicional quanto peru ou rabanada, o especial de Roberto Carlos, exibido há 36 anos quase ininterruptos pela TV Globo, quase sempre na noite de 25 de dezembro, enfim muda de ares. Pela primeira vez, o show acontece ao ar livre, na Praia de Copacabana. E será transmitido ao vivo, coisa que só houve uma única vez, em 1983, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Tudo na produção é superlativo. O palco tem 24 metros de frente por 17 metros de profundidade, ocupando uma área de 408 metros quadrados. Nos bastidores, uma tenda para os convidados com 300 metros quadrados, rodeada por 20 contêineres para abrigar os camarins. Um telão será instalado a cada 70 metros. Ao todo, são 460 metros de extensão cobertos por imagens, do Copacabana Palace até a Avenida Princesa Isabel. O espetáculo deve receber em torno um milhão e meio de pessoas, e será captado por 16 câmeras, sendo uma delas instalada em um helicóptero. Ou seja, ninguém precisa se preocupar: vai ser difícil não ver o Rei.
- Estou com o Roberto há 46 anos. Não me lembro de um show tão grande. O último ao ar livre foi no Aterro do Flamengo, em 2002. Mas não era um especial anual de TV, e não tinha essas proporções. Estamos trabalhando com 400 toneladas de equipamentos. Vamos ter um painel de led no fundo do palco. Dois painéis laterais. E outros painéis a cada 70 metros. Começamos a trabalhar para montar no dia 10. E estaremos aqui até a hora final – diz Genival Barros, encarregado da produção técnica. – Os shows de fim de ano sempre foram feitos em teatros, ginásios, arenas. Muito difícil uma produção como essa. Você parte do zero. Em termos técnicos, a única coisa de que o Roberto não abre mão é a distância entre ele e os músicos. A bateria tem que ficar exatamente a seis metros de onde o Roberto se posiciona.
Quando o Rei se posicionar, certamente vai dizer, cheio de simpatia e charme: “Que prazer rever vocês.” E vai cantar “Emoções”. O maestro Eduardo Lages, com Roberto desde 1978, diz que isso é imutável. O show começa com “Emoções” e termina com “Jesus Cristo”. Só que este ano o roteiro vem com novidades. Terá, por exemplo, “Nêga” e “Todos estão surdos”, que ele não canta há mais de 20 anos. No pot-pourri de sucessos da Jovem Guarda, resolveu incluir pérolas também ignoradas por décadas, como “Lobo mau”, “Eu te adoro, meu amor” e “Ciúme de você”. O clima geral é de samba, com a participação da bateria da Beija-Flor, que homenageará Roberto na Avenida no carnaval de 2011. Participam também Paula Fernandes, Exalta Samba e Bruno & Marrone, além de um coral de crianças da Rocinha. A apresentação fica por conta de Glória Maria. Eduardo Lages conta as novidades dentro do carro estacionado na esquina da casa de Roberto, na Urca, com o ar-condicionado ligado na máxima potência. Atrasado para os ensaios, ele revela que o Rei só começou a ensaiar há duas semanas. No estúdio, o tempo urgia.

- Temos que dosar muito as coisas nesse show. O Roberto tem cinco ou seis músicas que não podem sair do roteiro. De jeito nenhum. Nos últimos dez anos, ele começa cantando “Emoções” e termina cantando “Jesus Cristo”, como faziam Elvis Presley e Frank Sinatra com os seus sucessos. Isso faz parecer que é o mesmo show, mas não é. No miolo, sempre acontecem coisas. E o Roberto está mais aberto para novidades – defende Lages, contra a tese difundida de que o Rei faz o mesmo show há pelo menos uma década. – Ainda não estamos com todo o roteiro fechado. Os ensaios atrasaram muito por conta da agenda do Roberto. Mas há mais quatros músicas que ele não canta há muitos anos que estamos pensando em incluir no show, além das que eu citei.
A figurinista da TV Globo Sônia Soares, que há nove anos veste Roberto, também defende a tese de que ele está mudando, se soltando. Aos poucos.
- Ele é fiel ao estilo: paletó com ombreiras etc. De uns três anos para cá, porém, vejo o Roberto mudando. Diminuiu as ombreiras. Pediu paletós mais justos. Usa a camisa para fora do paletó. Foi ficando mais informal. No ano passado, usou uma camisa de cetim azul-clara por baixo de um paletó mais ajustado ao corpo. Já aconteceu de ele usar azul-marinho com calça jeans – conta Sônia. – Este ano ainda não fechamos a roupa. Temos algumas opções. O mais provável é que ele use um terno off-white.
Os especiais de Natal são um capítulo importante da biografia do Rei. As noites de 25 de dezembro – de certa forma – retratam, ano a ano, as mudanças de Roberto Carlos ao longo da carreira. Os 36 anos podem ser divididos em fases. De 1974 a 1991, fase Augusto César Vannucci, tempos áureos, em que os especiais eram realmente grandes produções, com cenas externas, clipes, entrevistas e participações dos maiores nomes da música: Tom Jobim, Caetano, Bethânia, Dorival Caymmi, Gal Costa… Nesse período, Roberto ainda se vestia de palhaço ou Carlitos, usava roupas coloridas e cantava sucessos renegados, como “Negro Gato”. No primeiro especial, em 1974, cantou “Gaivotas” com o galã Antônio Marcos, a bordo do seu iate, com os longos cabelos ao vento. No ano seguinte, um bate-papo descontraído com Caetano e um dueto que entrou para a História da música: a dupla interpretou “Como dois e dois”. São muitos momentos marcantes.
- Assisti a todos os especiais do Roberto. Eles eram realmente especiais. Conheci os grandes nomes da MPB vendo o programa: Sílvio Caldas, Dorival, Orlando Silva, Aracy de Almeida, a grande dama do Encantado, que eu nem sabia que cantava. Os shows mesclavam clipes, estúdio, palco, externas. Teve uma vez em que ele subiu uma montanha para cantar “Jesus Cristo” – comenta o historiador Paulo César de Araújo, autor da biografia não autorizada “Roberto Carlos em detalhes”. – Lembro-me de uma entrevista do Caetano, em 1982, logo depois da apresentação do especial, em que ele dizia que havia visto o Roberto cantar “Fera ferida” e se apaixonado pela música. Todo mundo acompanhava os shows de fim de ano. Ele lançava os sucessos nos especiais de Natal.
Em 1992, com a morte de Vannucci, a direção dos especiais passou de mão em mão por alguns anos até que Roberto Talma assumiu, em 1998. Desde então, os programas são gravações de shows, com participações especiais. Houve muitos momentos históricos também nessa fase em que Roberto tornou-se, digamos, um homem bege: um dos momentos festejados aconteceu em 2008. O Rei havia assumido publicamente sofrer de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e anunciou que estava se tratando. Na noite de 25 de dezembro daquele ano, cantou pela primeira vez, depois de décadas de jejum, “Negro Gato” e a letra original de “É preciso saber viver”. Até então, ele não pronunciava a palavra mal. Trocava o refrão da música para “Se o bem e o bem existem”.
- Após a morte do Vannucci, o Jorge Fernando dirigiu quatro especiais. Ele colocou uma coisa de humor nos shows do Roberto. Em 1993, a Regina Casé invadiu o palco, fingindo ser uma fã. O Tom Cavalcante participou, imitando o Roberto. Depois veio a fase Talma, que coincide com a fase mais complicada do Roberto. Ele foi se tornando cada vez mais obsessivo – diz Paulo César. – Até 1996, o Roberto ainda lançava discos todos os fins de ano, recheados de grandes sucessos. Com a doença e a morte da Maria Rita, em 1999, ele quebrou a sequência. De 2000 a 2010, os especiais de fim de ano foram basicamente iguais: começam com “Emoções”, têm o momento “Detalhes”, o momento Jovem Guarda, o momento motel e o momento fé encerrando. Tudo é muito fechado, dentro da forma. Roberto não consegue conviver com mudanças. Só vou dar alta para ele no dia em que cantar “Quero que tudo vá pro inferno”. A última vez foi em 1986.
O maestro Eduardo Lages diz que não vai ser desta vez que Roberto vai cantar a “Satisfaction” de sua carreira, lançada em 1965. Mas garante: o especial vai ser especial.
- A gente fazia televisão com o coração. Era outro tempo, outra época. Começávamos a produzir com três, quatro meses de antecedência. O Vannucci gostava de gravações externas, arrojadas. Fizemos coisas inesquecíveis, como gravar com a orquestra inteira no terraço do Maksoud Plaza, em São Paulo – ele diz. – Com o progresso da tecnologia em captação de som e imagem em shows, começamos a mudar, a simplificar. O povo quer mesmo é ver Roberto Carlos. Isso é o que interessa. Vamos terminar este ano com “Jesus Cristo” em ritmo de samba, com o Roberto acompanhado pela bateria da Beija-Flor.
Roberto Carlos leva o público de Copacabana ao delírio

Para delírio dos fãs, o show de Roberto Carlos começou às 21h40 na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, com a música “Emoções”. Na plateia VIP, os atores Marcius Melhem e Carmo Dalla Vecchia e a modelo Luiza Brunet se misturam aos anônimos. “Sou fã dele, tenho a discografia”, conta Melhem, no ar em Os Caras de Pau. Luiza também disse admirar o Rei. “Já fui em outros shows, mas esse é especial porque tem todo esse calor humano.”
Na entrada ao palco, Roberto Carlos saudou os fãs. “Não é o meu primeiro show no Rio de Janeiro, mas é uma honra estar pela primeira vez na Praia de Copacabana, a mais famosa do mundo”. Durante a canção “Como é
Grande Meu Amor por Você”, Roberto encantou o público com sua declaração: “Tudo o que eu gostaria de dizer para todos vocês, eu falo nesta canção.”
Por problemas no joelho, o cantor fez a maior parte da apresentação sentado em um banquinho. “Sinto muito, mas acho que vocês entendem. Não tem como (fazer o show em pé). Estou com muita dor”, confessou ele.
Antes de cantar “Amor Perfeito”, Roberto anunciou: “Vou cantar uma música que foi sucesso na voz da querida Claudia Leitte”. A multidão acompanhou em coro. Depois, vestindo um tomara-que-caia azul, a cantora Paula Fernandes fez um dueto com ele. Em seguida, Roberto emendou o clássico ”Detalhes”.
Ao receber a dupla Bruno e Marrone, Roberto mostrou admiração pelos convidados. “É impressionante como eles fazem sucesso”. Eles cantaram o sucesso da dupla “Dormi na Praça”. Outro convidado do Rei foi o grupo Exaltasamba. Comandados pelos vocalista Péricles e Thiaguinho, os pagodeiros apresentaram “Tá Vendo Aquela Lua” e “Fugidinha”.
Outra música cantada no show foi o samba-enredo composto pelo parceiro de Roberto, Erasmo Carlos, para a Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis. Mas antes da bateria da escola, que em 2011 homenageia Roberto Carlos, entrar no palco, o Rei fez questão de explicar: “O samba não foi o vencedor da disputa, mas isso não importa.”
Depois, Neguinho da Beija-Flor empolga com o samba oficial de 2011 da escola e a porta-bandeira Selminha Sorriso prestou homenagem ao Rei. Roberto Carlos encerrou a noite com “Noite Feliz” e ”Jesus Cristo”.
6 de janeiro de 2011
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